2013/05/23
Nova App Google Drive para Android
O Google actualizou a app do Google Drive para Android, que agora passa a dar acesso mais facilitado aos vossos documentos e ficheiros. A app passa a apresentar os ficheiros no novo formato de "cards" que o Google tem adoptado para muitos dos seus serviço, permitindo ver previews com maior dimensão para se encontrar aquilo que se deseja. Também passa a ser possível fazer o download de qualquer dos conteúdos para o dispositivo, para que não fiquem dependentes da "cloud".
Outra novidade é a possibilidade de facilmente guardarem um registo de documentos importantes, com a opção de scan que permite usar a câmara do vosso smartphone para criar um PDF que fique guardado no vosso Google Drive (e que terá direito a OCR automático para reconhecer o texto que contiver, para que possam pesquisar por ele mais tarde).
As folhas de cálculo também foram alvo de melhoramentos, permitindo ajustar os tamanhos e tipos de letra, as suas cores, e o seu alinhamento nas células. Algo que será bastante útil para os que usam essencialmente o Google para guardarem este tipo de documentos (é o meu caso! :) E quando for necessário passar do digital para o papel, a nova Drive app vem com suporte para o Cloud Print, permitindo imprimir directamente da app para qualquer impressora "Cloud Ready".
Innodisk cria Nano SSD num só Chip
Se abrirem um SSD, descobrirão que no seu interior está um conjunto bastante diversificado de chips: o controlador, diversos chips para a memória, etc. Mas a Innodisk resolveu miniaturizar tudo isso, e criar um SSD que cabe todo num único chip, o seu nano SSD.
Embora seja um feito notável, meter o controlador, interface SATA e memória flash num único chip - na verdade não é a primeira a ter esta ideia. No entanto, ao contrário dos outros chips deste tipo, a Innodisk manteve as velocidades elevadas que normalmente associamos aos SSD. Este nano SSD mostra que os SSD não se medem aos palmos, e oferece velocidades de leitura de 480MB/s e escrita a 175MB/s.
Sabendo-se que os smartphones e tablets actuais já se tornam tão rápidos que as memórias flash começam a ser um dos factores de atraso, a utilização deste nanoSSD poderá ser o que é preciso para uma nova geração de equipamentos mobile onde não tenhamos que esperar que as apps seham descarregadas, instaladas e executadas.
Tal como nos desktops chegamos a um ponto em que a melhor maneira de acelerar um computador é trocar o seu disco por um SSD, também nos mobiles iremos assistir à mesma coisa.
Assistência Técnica Acer
Nem sempre as coisas correm como se deseja, e torna-se igualmente importante e interessante ver que tal as marcas se comportam em caso de avarias. No caso do Acer Iconia B1 que cá tivemos e que já seguiu para o respectivo dono (Miguel Almeida), o tablet começou a apresentar alguns problemas no ecrã, que persistiram mesmo depois de vários resets.
O Miguel foi obrigado a recorrer ao serviço de assistência da Acer, e começou por se debater um pouco com o formulário de enviar um equipamento para reparação (ao que parece, aquilo podia estar um pouco mais amigável do utilizador e descritivo - sendo que várias células só ficam activas depois de preencherem o número de série do produto). Depois de descrever as avarias, foi indicado que seria contactado no dia seguinte - o que aconteceu - e onde lhe deram a sugestão de fazer reset ao equipamento, e voltar a contactar em caso do problema persistir.
... Como o problema persistia, lá teve que voltar a preencher novamente o formulário e fazer novo pedido - mas desta vez obteve resposta no próprio dia, para marcar a recolha do equipamento no dia seguinte entre as 9h e as 19h.
No dia seguinte um estafeta fez a recolha, deixando correctamente a guia de entrega da embalagem.
Uns dias depois (foi fornecido um link para acompanhar o andamento do processo), o tablet já estava de regresso e a funcionar devidamente. Segundo informação de um representante da loja que reparou (que entrou em contacto com o Miguel poder meter o contribuinte na factura da reparação) o problema deveu-se a um cabo que estava meio solto e que foi substituído.
Segundo as palavras do Miguel: "Tirando o processo de envio que já descrevi no mail anterior, correu tudo às mil maravilhas."
Embora seja sempre chato ter um equipamento que apresenta algum defeito e que tem que ser enviado para a garantia, é bom saber que isso nem sempre se torna na dor de cabeça que muitas vezes imaginamos só de ouvir falar de outros casos de horror. No caso deste Iconia B1, a Acer comportou-se à altura do que era esperado.
Nissan vai vender Dados da Condução do Leaf
O Nissan Leaf não só é um dos primeiros automóveis 100% eléctricos no mercado, como surge também recheado de tecnologia orientada para o condutor, transformando o acto de conduzir quase num "jogo" onde os condutores podem ver que tal se comparam nas poupanças com outros condutores; e até permitindo ler feeds RSS em voz alta enquanto conduzem.
Esta funcionalidade veio no entanto acompanhada de alguma polémica, pois o sistema Carwings da Nissan incluia dados sobre a localização nos URLs que enviava para servidores públicos, e que permitira a esses sites saber por onde andavam os condutores (no entanto, é uma opção que pode ser desactivada pelo condutor). Mas, voltando a relembrar a questão de "a quem pertencem os dados", a Nissan está a planear vender os dados de telemetria obtidos nos Leaf a developers externos... mediante um pagamento.
Embora os condutores possam optar que os seus dados não sejam utilizados ou vendidos, é mais uma situação que poderá servir para consciencializar as pessoas da verdadeira "mina de informações" que são. Com acesso a este tipo de dados (quem sabe, mesmo em tempo real), abrem-se inúmeras novas oportunidades de negócio, como parques de carregamento eléctrico que podem mudar de preço dinamicamente consoante a carga do vosso Leaf (se estiverem "à rasca" o preço poderia subir, pois não teriam reserva para chegar a outro lado) - ou, esperemos nós, para coisas mais positivas, como ofertas e descontos promocionais em certos locais.
Logitech Lança Teclado "com fio" para iPad
Num mundo cada vez mais livre de cabos (até o recarregamento das baterias começa a ser feito com sistemas de electricidade wireless), por vezes até nos esquecemos que há situações onde um periférico "com fios" faz mais sentido que um "sem fios". É precisamente por isso que continuo a permanecer fiel aos teclados e ratos cablados, pelo simples descanso de saber que não tenho que me preocupar com trocas ou recarregamentos de pilhas ou baterias.
A Logitech acha o mesmo e para dar resposta às escolas que se vão convertendo aos iPads como acessório para as aulas, propõe um teclado de alta resistência para as salas de aula. Com cabo e ficha lightning (ou de 30 pinos), este teclado permite que os alunos carreguem apenas o seu iPad, e tenham o teclado à espera na sala de aulas - com a tal vantagem da escola não se precisar preocupar-se com as questões dos recarregamentos/pilhas/baterias.
O modelo lightning fica disponível em Agosto por $60, seguindo-se a versão com ficha de 30 pinos em Novembro, pelo mesmo preço. Só falta saber se a Logitech irá disponibilizar algo deste tipo com o teclado com layout Português.
A Logitech acha o mesmo e para dar resposta às escolas que se vão convertendo aos iPads como acessório para as aulas, propõe um teclado de alta resistência para as salas de aula. Com cabo e ficha lightning (ou de 30 pinos), este teclado permite que os alunos carreguem apenas o seu iPad, e tenham o teclado à espera na sala de aulas - com a tal vantagem da escola não se precisar preocupar-se com as questões dos recarregamentos/pilhas/baterias.
O modelo lightning fica disponível em Agosto por $60, seguindo-se a versão com ficha de 30 pinos em Novembro, pelo mesmo preço. Só falta saber se a Logitech irá disponibilizar algo deste tipo com o teclado com layout Português.
2013/05/22
Encontrar Rostos Escondidos no Planeta usando o Google Maps
Hoje em dia qualquer câmara ou smartphone é capaz de identificar os rostos que aparecem à sua frente. Já imaginaram quais serão os resultados se se aplicar esse mesmo sistema de detecção a outro tipo de imagens? De vez em quando lá vemos um rosto a ser detectado indevidamente num cobertor, numa planta, ou noutra coisa qualquer... mas houve alguém que se lembrou de aplicar o sistema às imagens do nosso planeta, para encontrar os rostos escondidos na geografia da própria Terra. (Ainda no outro dia abordámos a questão da "limpeza das imagens via satélite".)
Para isso, utilizaram um programa criado em openFrameworks para encontrar rostos, que agora está a percorrer todas as imagens de satélite do Google Maps em busca destes rostos geográficos.
É um processo que é feito para toda a superfície do planeta, em todos os níveis de zoom... e que por isso mesmo... irá demorar meses!
Nem todos os rostos reconhecidos serão facilmente identificáveis, mas certamente que muitos deles serão bastante engraçados!
Mapa do Metro Londrino Recriado em CSS
O mapa do metro Londrino é um exemplo de design que é reconhecido internacionalmente, e que tem servido de inspiração para muitos outros mapas por todo o mundo. Um web developer lembrou-se de ver até que ponto é que as modernas capacidades do CSS permitiram recriar este mapa... sem usar nenhuma imagem. E o resultado foi este mapa do metro Londrino feito totalmente em CSS.
O CSS é um sistema que permite aplicar diferentes estilos visuais a um documento HTML, que numa forma básica permitiria que facilmente mudassem a cor e tamanho de todos os títulos ou links apresentados numa página web; mas que pode ir muito para além disso - como se pode ver neste exemplo.
Na sua base, cada linha de metro que é apresentada no mapa consiste numa simples lista HTML das estações, que de forma convencional (sem a aplicação do CSS) seria apresentada como:
- estação 1
- estação 2
- estação 3
- ...
(Algo que poderão confirmar caso espreitem o código fonte HTML da página.)
Acho que nunca mais poderemos dizer que é impossível fazer o que quer que seja em HTML e CSS. :)
Ecrã Mirasol de 5.1" com 2560x1440 pixeis
Os milagrosos ecrãs Mirasol mais parecem "vaporware", pois já ouvimos falar neles há anos, mas para uma tecnologia quem anuncia tantas vantagens sobre outros tipos de ecrã, continua estranhamente ausente de produtos que cheguem às lojas (sendo que a Qualcomm anunciou até que iria desistir deles).
Mas, de vez em quando lá parecem regressar ao mundo dos vivos, e na SID voltam a surgir alguns protótipos de ecrãs Mirasol que demonstram as potencialidades destes ecrãs. Um deles é um ecrã de 5.1" que envergonharia a mais recente geração de ecrãs FullHD nos smartphones. Este ecrã Mirasol de 5.1" tem uma resolução de 2560x1440, com uma densidade de 577ppi que terá certamente que ser apreciada à lupa! :)
Noutros formatos mais pequenos, estes ecrãs podem ser aplicados a smart watches, ou como ecrãs secundários em smartphones, tablets, portáteis, ou qualquer outros sistemas onde seja preciso apresentar informação de forma contínua - mas sem que isso afecte drasticamente a autonomia do equipamento. Uma vez que estes ecrãs usam tecnologia reflectiva, que usa a luz ambiente para serem visíveis, as suas cores são menos brilhantes que as dos LCDs convencionais (e OLEDs) - mas como vantagem, têm um consumo de energia seis vezes inferior.
Como a "moda" dos smartwatches está para chegar, vamos ver se é desta que este tipo de ecrãs poderá receber a atenção que merece.
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