Pois bem, parece que os comentários dos consumidores não se fizeram esperar, e na Amazon podemos assistir a vários que certamente mereceriam lugar num sketch dos Gatos Fedorentos. :)
"If I could use a rusty boxcutter to carve a new orifice in my body that's compatible with this link cable, I would already be doing it. I can just imagine the pure musical goodness that would flow through this cable into the wound and fill me completely -- like white, holy light."
“A caution to people buying these: if you do not follow the ‘directional markings’ on the cables, your music will play backwards. Please check that before mentioning it in your reviews.”
"The first time I downloaded a picture to the printer over this cable, the bits moved so fast the printer collapsed into a naked singularity, right there in my office.”
"I accidentally dropped one end of my Denon cable into a glass of Tuscan whole milk I was drinking. Later when I finished my milk (yeah, I still drank it; should I not have done that?), my right arm (lost in an accident in 1987) spontaneously grew back. Is that normal?"
Eu fico parvo por ainda ver destas coisas... Mas mais parvo será quem for na cantiga e gastar fortunas nestas coisas.
A Denon lançou uns cabos Ethernet "Ultra Premium" AK-DL1 de 1.5m para ligar os componentes Denon-Link, e que custam uns módicos $500 (325 Euros.)
Vamos lá ver... trata-se de cabos para transporte de informação digital normalíssimos, por muito que apregoem as suas características "high purity copper wire and high performance connection parts."
Já não bastava a palhaçada que se passa com os cabos "roubalheira" para os componentes analógicos, agora também vamos assistir ao mesmo, vindo de uma marca de topo, no campo digital?
Um grupo de audiófilos foi submetido a um teste onde, uns "fabulosos" Monster Cable (que custam uma fortuna) iriam ser comparados com uns cabos "normais". O que eles não sabiam era que os cabos ditos normais tinham sido entretanto trocados pelos arames de uns cabides!
O resultado foi que: nenhum deles conseguiu detectar diferenças entre os "cabos" testados, dizendo que ambos soavam de forma excelente.
É mesmo caso para relembrar o velho: "E esta, hein?"
Obviamente, é certo que inúmeros "audiófilos" se insurgirão contra este teste alegando mil e um motivos para que isto acontecesse, e que se fosse com eles seria diferente... mas... de certeza que vai fazer com que muitos milhares de consumidores pensem duas vezes da próxima vez que um comerciante lhes vier impingir cabos "de alta qualidade"!
A única vez que tive problemas de cabos, não eram propriamente os cabos, mas sim as fichas e os contactos mal feitos. De resto, há muitos anos que tive oportunidade de experimentar cabo de - na altura 50 "contos" (250 Eur.) o metro, versus "cabo eléctrico comum" - e cheguei à mesma conclusão. Admito que para grande distâncias, cabo com malha de isolamente seja melhor para prevenir interferências, mas mesmo assim não há necessidade de pagar por algo que - como está mais que provado - quase ninguém detecta a diferença.
(E estamos a falar de material de referência... assumindo que 90% das pessoas tem aparelhagens bem mais "comuns" - i.e. foleiras - então qualquer hipotética diferença seria ainda mais reduzida)
E agora que já podem finalmente começar a considerar a compra de filmes Blu ray sem terem que se preocupar com a sobrevivência do formato, que tal actualizarem o vosso amplificador AV?
Para isso, a Sony vai lançar em Junho o seu GTR-DG920 que oferece características interessantes para modelos nesta gama de preços:
Áudio 7.1
1080p + 60/24Hz
4 portas HDMI
Dolby Digital Plus
Dolby True HD
DTS High Resolution Audio
DTS HD Master Audio
xvyCC
Deep Color Sony's Digital Media Port
XM Connect-and-Play ready (5.1)
Auto-Setup em 20-30 segundos
E melhor que tudo, está disponível a partir de Junho por cerca de $600 USD.
E a prova de que a inovação está no software e na originalidade, e não apenas no hardware; fiquem com este video que demonstra o uso de uma mesa de mistura do ProTools através de um iPhone.