A Nvidia apresenta o chip RTX Spark para portáteis, com até 20 núcleos, GPU equivalente a uma RTX 5070 e até 128 GB de RAM.
A Nvidia revelou finalmente a sua aposta para a entrada no segmento Windows. O RTX Spark combina um CPU ARM com um GPU Blackwell, reunindo num único chip desempenho e maior eficiência energética - com esperança de que se torne na resposta, do lado do Windows, aos chips da Apple nos Macs e MacBooks.
O RTX Spark inclui um CPU com até 20 núcleos e GPU com 6.144 CUDA cores, equivalente em potência a uma RTX 5070. O chip pode ainda ser equipado com até 128 GB de memória LPDDR5X unificada, permitindo um acesso mais rápido aos dados por parte do processador e da gráfica. Embora o novo chip seja adequado para gaming e criação de conteúdos, o principal objectivo é executar agentes de inteligência artificial directamente no computador. Estes sistemas, considerados a próxima evolução dos modelos de linguagem, exigem elevado poder de processamento e grandes quantidades de memória, tornando os 128 GB de RAM num dos seus principais argumentos.
O RTX Spark foi desenvolvido para equipar portáteis finos e potentes que chegarão ao mercado ainda este ano. A Nvidia já confirmou parcerias com fabricantes como a Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP, Lenovo e MSI, além da Microsoft, que irá lançar um novo Surface Laptop Ultra equipado com este chip.
A grande questão é que, pelo menos numa primeira fase, estes portáteis com RTX Spark estarão posicionados no segmento "topo de gama", o que significa que terão preços pouco convidativos para a maioria dos consumidores.
Nota: Também há o DGX Station para PCs desktop, com até 748GB de RAM... e preço a começar nos 90 mil euros.



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