As Lippmann Plates maravilharam o mundo com fotos a cores no final do século XIX, que ainda hoje não conseguem ser recriadas pelas fotos impressas.
Vivemos num mundo a cores e onde a tentativa da sua reprodução continua a ser um desafio. Sim, há décadas que temos fotografias, cinemas, televisores, e monitores, a cores, mas ainda assim estamos longe de conseguir reproduzir a totalidade das cores visíveis.
E o melhor exemplo disso acaba por ser uma lição de humildade, bastando olhar para a natureza, e ver as cores vivas que podem ser produzidas pelas asas de uma borboleta ou pela pele de um camaleão. Ora, a Lippmann Plate é uma técnica criada em 1891 e que produz as cores usando precisamente o mesmo princípio básico, de "interferência" da luz, produzindo um espectro de cor vívido e intenso - que as fotos impressas não têm qualquer hipótese de atingir.
Como bónus extra, estas fotos mantêm as suas cores durante séculos sem perda de qualidade, mantendo as cores tão vivas hoje como no momento em que foram criadas, mesmo para as fotos com mais de cem anos.

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