A OpenAI confirmou que o ataque à Hugging Face foi provocada por modelos AI seus durante um teste interno de cibersegurança. Segundo a OpenAI, os modelos conseguiram escapar do ambiente isolado onde estavam a ser avaliados e acederam à internet através de uma vulnerabilidade inesperada, acabando por comprometer os sistemas da plataforma.
Os modelos envolvidos incluíam o GPT-5.6 Sol e outro modelo ainda em pré-lançamento, ambos configurados com menos restrições para testar capacidades avançadas de cibersegurança. O desafio era resolver problemas do ExploitGym, um benchmark público utilizado para avaliar a capacidade dos modelos em explorar vulnerabilidades conhecidas. No entanto, os modelos encontraram uma forma de contornar as limitações impostas, inicialmente ultrapassando os sistemas da OpenAI e posteriormente os sistemas da Hugging Face, onde esperavam obter as respostas que precisavam para os testes.
Após o incidente, a OpenAI corrigiu a vulnerabilidade explorada, notificou a Hugging Face e anunciou novas medidas de segurança para impedir que situações semelhantes voltem a acontecer. O caso levanta novas questões sobre os riscos associados aos modelos AI mais avançados e reforça o debate em torno da necessidade de mecanismos de controlo mais robustos durante testes de cibersegurança.We suspected last week's cyberattack might have come from a frontier lab, given the sophistication of the agent. Turns out it did!
— clem 🤗 (@ClementDelangue) July 21, 2026
We've spent the past 24 hours working closely with the @OpenAI team (thanks!), and we strongly believe there was no malicious intent on their part.… https://t.co/XWxGMeMGje


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