Independentemente de todas as polémicas a respeito de Elon Musk, é inegável o impacto que a SpaceX teve na indústria aeroespacial, tornando realidade aquilo que há apenas uma década pareceria ser quase impossível.
Tirando partido dos seus foguetes reutilizáveis, a SpaceX tornou rotineiros os lançamentos (bem sucedidos) de foguetes, com vários lançamentos por mês, o que permitiu a criação da constelação Starlink que neste momento já superou os 10 mil satélites - número que se torna ainda mais inacreditável quando se olha para trás e se relembra que, no ano 2000, havia apenas mil satélites em órbita.
O próximo passo é a Starship, que permitirá fazer ainda mais lançamentos, a preço mais económico. Os seus atrasos e desastres fazem parte do processo de desenvolvimento, sendo apenas uma questão de tempo até que tudo fique resolvido, e com isso se entre numa nova era da exploração espacial.
Three years since the first flight of Starship, the next generation is here. New ship. New booster. New engines. New pad and new test site. SpaceX engineers are working to solve one of the most difficult engineering challenges in history: developing a fully, rapidly reusable… pic.twitter.com/LOMrBE97J0
— SpaceX (@SpaceX) April 24, 2026
Diga-se apenas que, não terá sido coincidência que a SpaceX lançasse esta mini "operação de charme" numa altura em que supostamente se aproxima a sua entrada em bolsa, com uma valorização potencialmente "trilionária"...


















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