2017/12/15

Vivo estreia sensor de impressões digitais no ecrã da Synaptics

Afinal não vai ser a Samsung a estrear o novo sensor de impressões digitais Clear ID da Synaptics, mas sim a Vivo.


Contrariamente ao que se suspeitava, não vai ser a Samsung a estrear o sensor de impressões digitais sob o ecrã AMOLED que a Synaptics disse ter desenvolvido em colaboração com um dos 5 maiores fabricantes mundiais, mas sim a Vivo.

Huawei, Xiaomi, Apple, Vivo e Oppo detêm actualmente 91% do mercado na China; sendo que a Vivo, tal como a Oppo e a OnePlus são detidas por um consórcio chinês, o BBK Electronics, podendo ter esta sido esta a razão para que a Vivo não tivesse figurado na lista de hipóteses inicialmente avançada.

No entanto, considerando a actual vaga de smartphones full screen que têm chegado ao mercado, será seguramente apenas uma questão de tempo até que mais fabricantes comecem a aplicar este mesmo sensor (ou equivalentes) nos seus smartphones, fazendo com que a detecção de impressões digitais directamente através do ecrã se torne tão comum quanto a presença dos sensores tradicionais nos smartphones.

... Resta agora esperar para ver se a Samsung também conseguirá incluir um destes sensores já no Galaxy S9, ou se isso ficará reservado para um modelo futuro, como o Note 9.

6 comentários:

  1. ... Assim, se correr mal é a Vivo... que no ocidente ninguém usa... A mossa será menor e é para isso que existem as cobaias...

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  2. “Just pick your phone up, touch the display where you see the illuminated fingerprint, and it will automatically unlock the phone. Then the fingerprint icon then disappears and can be customized based OEM customization”

    - Isto é ter o sensor de impressões digitais num ponto específico por baixo do ecrã OLED. Quando esta história começou pensei que era por baixo de todo o ecrã ou, pelo menos, em grande parte dele.
    - O reconhecimento de impressões digitais tem vários níveis de segurança e, por isso de complexidade:
    - apenas para desbloquear talvez possa ser aceitável 1 erro em 200 (em 200 pessoas uma tem impressões digitais parecidas e consegue desbloquear o telemóvel)
    - mas para autenticar pagamentos o Touch ID tem um nível de segurança, segundo a Apple, de 1 em 50.000 (a do Touch ID é bem maior, tratando-se de pessoas aleatórias; no caso de certos parentes directos ou com menos de 13 anos é diferente).

    De modos que não basta falar do sensor por baixo do ecrã OLED. É preciso ver se é só num ponto específico e para que serve (grau de segurança).

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. “Just pick your phone up, touch the display where you see the illuminated fingerprint, and it will automatically unlock the phone. Then the fingerprint icon then disappears and can be customized based OEM customization”

    - Isto é ter o sensor de impressões digitais num ponto específico por baixo do ecrã OLED. Quando esta história começou pensei que era por baixo de todo o ecrã ou, pelo menos, em grande parte dele.
    - O reconhecimento de impressões digitais tem vários níveis de segurança e, por isso de complexidade:
    - apenas para desbloquear talvez possa ser aceitável 1 erro em 200 (em 200 pessoas uma tem impressões digitais parecidas e consegue desbloquear o telemóvel)
    - mas para autenticar pagamentos o Touch ID tem um nível de segurança, segundo a Apple, de 1 em 50.000 (a do Touch ID é bem maior, tratando-se de pessoas aleatórias; no caso de certos parentes directos ou com menos de 13 anos é diferente).

    De modos que não basta falar do sensor por baixo do ecrã OLED. É preciso ver se é só num ponto específico e para que serve (grau de segurança).

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    1. Queria dizer a segurança do Face ID é maior (1 pessoa aleatória em 1.000.000) segundo a Apple

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  5. Porra, continuas a bater no ceguinho até que a Apple lance o seu sensor de impressões digitais no ecrã.

    Se este sensor é ultra seguro? Não o é quase de certeza, esta tecnologia está a dar os primeiros passos e como todos sabemos a Apple só "inova" depois de os outros servirem como cobaias.

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