A Google está a dar mais um passo para transformar o Gemini num verdadeiro assistente digital. A partir de alguns modelos da linha Google Pixel 10 e da série Samsung Galaxy S26, o Gemini passa a conseguir executar tarefas complexas dentro de apps, como chamar um Uber ou fazer um pedido de comida.
A funcionalidade chama-se task automation. O utilizador faz um pedido simples, como "Chama um Uber para o aeroporto", e o Gemini abre a app num ambiente virtual no próprio dispositivo, navegando passo a passo até concluir o processo. É possível acompanhar tudo em tempo real, interromper a ação, assumir o controlo ou deixar o assistente trabalhar em segundo plano. No final, o utilizador apenas tem que confirmar manualmente o pedido.
Launching soon as a beta feature in the Gemini app for #Pixel10, Pixel 10 Pro, and Samsung Galaxy S26 series, you can offload multi-step tasks directly to Gemini.
— Google Gemini (@GeminiApp) February 25, 2026
Simply long-press the power button and ask Gemini to help book you a ride home or reorder your last meal. Gemini… https://t.co/GjfXTnGg0k pic.twitter.com/YGIvqBkbu3
Segundo a Google, esta abordagem combina diferentes camadas tecnológicas. Quando disponível, o sistema usa integrações específicas através de frameworks Android ou APIs. Caso contrário, o Gemini recorre ao seu modelo de raciocínio para interagir com a interface da app como se fosse um utilizador humano. A empresa vê isto como parte da evolução do Android para um "intelligence system", conceito que deverá ganhar maior destaque com o futuro Android 17.Your "usual" is now just a tap away. ☕️🍕Starting as a beta feature, Gemini can assist you with tasks across select rideshare and food apps. Just ask Gemini to handle your grocery cart, food delivery, or ride home. Gemini does the work, but you’re in control 🪄 pic.twitter.com/fjfsDXDx7m
— Android (@Android) February 25, 2026
Para já, a automação está limitada a algumas apps, incluindo Uber e serviços de entrega de comida, e apenas nalguns países - como os Estados Unidos e na Coreia do Sul. Ainda assim, não se pode deixar de referir que, ao estilo do FSD da Tesla, também aqui a Google recomenda supervisão permanente sobre o que o assistente está a fazer. Afinal, começam a ser cada vez mais frequentes os exemplos do que pode acontecer quando se deixa um agente AI a fazer tarefas por si só...


















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