2014/01/20

iWatch será capaz de analisar o sangue e medir pulsação e respiração?


Os rumores sobre o muito aguardado iWatch não param de aumentar, e como sempre torna-se difícil separar a realidade da ficção em virtude das muitas patentes e aquisições que a Apple tem feito na área dos sensores biomédicos.

Bastará assistir à quantidade de smartwatches e fitness trackers que têm surgido e sido anunciadas nos últimos tempos para se ver que esta é uma área de interesse de todos os grandes (e não tão grandes) fabricantes. Mas para se ter algo que irá estar potencialmente agarrado ao nosso corpo 24h por dia, será lógico que quantas mais funções permitir fazer, melhor. Depois de termos as braceletes que analisam o nosso movimento, o próximo passo será ir mais além... e analisar também outros parâmetros.

Uma das últimas aquisições da Apple nesta área foi a de uma engenheira que desenvolveu um sistema de micro-agulhas que permite analisar o sangue em tempo real usando apenas um pequeno adesivo e que para o utilizador se sente como sendo algo parecido como uma material mais áspero - algo que potencialmente poderia vir a ser integrado directamente num "iWatch" ou outra bracelete de monitorização, e que seria um enorme trunfo para todos os que pretendam saber mais sobre o seu estado de saúde (e de particular importância para diabéticos e outros tipos de doenças que dependam de indicadores que possam ser medidos no sangue.)

Outra das aquisições é a de um engenheiro que trabalhou num sensor biomédico que supostamente é capaz de monitorizar mais funções que qualquer outro: frequência e variação cardíaca, temperatura, respiração, movimento, quedas, qualidade do sono, etc.

Não se sabendo sequer o que a Apple estará a preparar para o seu iWatch será prematuro imaginar se algumas destas tecnologias irão aparecer na primeira geração deste produto - mas seja como for, pela mão da Apple ou de qualquer outro fabricante, parece ser inevitável que os wearables irão ser capazes de monitorizar cada vez mais coisas sobre os seus utilizadores.

Será que chegaremos a um futuro onde os hospitais possam monitorizar o estado de saúde de toda a população em tempo real, avaliando os riscos de potenciais epidemias, ou agendando consultas de forma preventiva sempre que tal parecer adequado?

1 comentário:

  1. "Será que chegaremos a um futuro onde os hospitais possam monitorizar" os rendimentos das pessoas propondo os tratamentos em função do rendimento ? Nem é preciso ir ao futuro. Nos EUA é assim e cá vai a caminho.

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