2018/12/22

Google Payment obtém licença para operar na UE


Serviços como o Google Pay (e outros) têm demorado a chegar ao nosso país, mas isso poderá mudar em breve, com a obtenção de uma licença "e-money" na Lituânia.

A Google Payment, empresa da Alphabet / Google, obteve uma licença de e-money na Lituânia, que lhe permite gerir dinheiro electrónico e as respectivas carteiras. Mas a parte mais interessante é que esta licença permite que a Google forneça este serviço em todos os países da União Europeia.

Isto permite que o Google Pay não seja apenas um serviço que serve de "fachada" a um cartão de crédito ou débito, mas que seja uma verdadeira carteira de dinheiro digital - embora sem que seja equiparado a um serviço bancário (não pode fornecer contas de depósitos a prazo, empréstimos, etc.)

Vamos ver que novidades esta licença permitirá lançar no espaço Europeu durante o próximo ano; e se finalmente começaremos a poder usar os smartphones e smartwatches para fazer pagamentos simplificados (e não me refiro à "complicação" do processo do MB Way).

10 comentários:

  1. Na Polónia já se vive bem sem ter de andar com o cartão bancário na carteira.
    É possível efectuar pagamentos,depósitos ou levantamentos sem necessidade de cartão, bastando para tal ter um dispositivo com ligação à Internet

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  2. ((e não me refiro à "complicação" do processo do MB Way)

    Realmente é uma complicação do catano. Operação ao cerebro ao lado do MBWAY é comer pastilha.

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    1. Bem, vamos lá ver (sem falar no pesadelo de usabilidade e UX que a app é). Vamos trocar o processo de:
      1) pegar num cartão MB
      2) meter na máquina
      3) introduzir código PIN

      por:
      1) dizer que se quer pagar por MB Way
      2) dizer o telefone para que tanto o funcionário como qualquer pessoa por perto o fique a saber
      2.b) assumir que o funcionário percebeu o nº telefone correcto à primeira tentativa
      3) pegar no smartphone
      4) desbloqueá-lo
      5) procurar a abrir a app do MB Way
      6) ir às notificações de pagamento pendente
      7) confirmar o pagamento com código PIN

      ... Sem dúvida um processo que representa uma enorme evolução face ao que pretende substituir.

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    2. O MBWay permite pagar por NFC e nem precisa de ligação à internet. Por exemplo no Android é escolher o 'toque o pague' para MBWay. Nas maquinas que tenham contactless é escolher pagamento por multibanco e encostar o telemovel. Já fiz o teste no Jumbo e funcionou perfeitamente.

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  3. Sem dúvida que o MBWay é algo muito mal pensado, nada prático, tanto que eu não uso. Além do mais é bastante susceptível de ser usado com burlas ao mais incautos.

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    1. O MB Way tem algumas coisas boas (como permitir levantar dinheiro numa caixa sem ter o cartão por perto - e em 2019, dar acesso a outras funções numa caixa MB também sem cartão)... mas em muitas coisas parece que quem fez a app nem sequer se dignou a tentar utilizá-la ou tem noção das regras básicas de UX.

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  4. Não partilho desse bloqueio anti-MBWay, talvez porque não uso essa funcionalidade de pagar ao balcão algo com MbWay. Mas porque raio haveria de o fazer? É uma óptima solução para criar cartões virtuais, pagar online e levantar dinheiro sem cartão nas ATM. Isto é mau?!!!

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    1. Desde 2001. Fui utilizador desde o ano de início até que foi migrado para o MbWay

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  5. A única coisa para a qual uso o MB Way é para fazer transferências gratuitas entre amigos e família (e também os cartões Mbnet porque insistiram em juntar as duas coisas). Sinceramente a mim parece-me muito mais rápido e prático usar o cartão MB que também já tem tecnologia contactless até porque o muitos telemóveis continuam a não ter NFC e o meu é um deles. Uma vertente que acho completamente mal aproveitada da app MB Way é o pagamento com recurso a códigos QR. A SIBS podia ter desenvolvido parcerias com empresas de telecomunicações e energia para meter códigos QR nas facturas que permitam às pessoas pagar as contas com a app. Muitas pessoas continuam a não confiar nos débitos diretos e preferem a opção MB. Os códigos QR também podiam ser usados por comerciantes sem terminais de pagamento, um meio de pagamento corriqueiro na China.

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