A preocupação com o burn-in dos monitores OLED parece já não ter motivos de existir nas gerações mais recentes.
Um teste de uso intensivo mostra que o burn-in em monitores OLED é muito menos preocupante do que a maioria das pessoas pode pensar. Após mais de 3.000 horas de utilização, um LG 32GS95UE-B OLED revelou apenas sinais mínimos de retenção de imagem - praticamente invisíveis no uso diário.
Durante quase dois anos, o monitor foi usado sobretudo para jogar Overwatch, além de trabalho no DaVinci Resolve e Fusion 360. Estas aplicações têm muitos elementos estáticos, tornando o teste bastante realista. Cerca de 500 horas de Overwatch deixaram uma ligeira marca nalgumas zonas estáticas do interface (barra da vida do jogador), mas que se torna visível apenas em fundos cinzentos e é extremamente difícil de notar a olho nu.
O único outro vestígio veio das barras da timeline do DaVinci Resolve, de forma ainda mais discreto. No total, o brilho máximo caiu apenas de 262 nits para 258 nits, uma diferença irrelevante. O utilizador manteve as protecções do painel activas, usou maioritariamente modo escuro e evitou barra de tarefas visível ou janelas fixas.
A conclusão é simples: o burn-in nos painéis OLED existe, mas já não é um problema sério para a maioria das pessoas. Mantendo as funções de protecção ligadas e variando o conteúdo no ecrã, os monitores OLED modernos revelam-se perfeitamente capazes de aguentar anos e anos de uso sem preocupações, até mesmo em casos em que se podem "exagerar" e passar milhares de horas nas mesmas apps e jogos.
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