Após vários anos a ganhar utilizadores lentamente, nos últimos meses o Windows 11 saltou dos 50% para mais de 70% da quota de mercado.
O Windows 11 continua a ganhar utilizadores e está agora instalado em quase três quartos dos PCs de secretária em todo o mundo. De acordo com dados da StatCounter, o sistema operativo da Microsoft já superou os 72% de quota de mercado, um salto significativo face aos pouco mais de 50% registados no final de 2025. Em contrapartida, o Windows 10 caiu para 26%, com uma caída acentuada que espelha a subida do Windows 11 de forma inversa, e muito longe dos mais de 80% que chegou a atingir no seu auge.
Lançado em Outubro de 2021, o Windows 11 demorou vários anos a ultrapassar o seu antecessor. Só após o anúncio do fim de suporte ao Windows 10 é que a sua adopção tem acelerado de forma mais significativa. As exigência de hardware, que deixaram para trás milhões de computadores ainda funcionais, são um dos grandes entraves. A obrigatoriedade de uma conta Microsoft na configuração inicial também não tem agradado aos utilizadores mais preocupados com privacidade e controlo.
Embora existam formas alternativas de contornar algumas dessas limitações, a Microsoft tem vindo a dificultar esses métodos. Parte do crescimento poderá estar ligado à compra de novos computadores já com Windows 11 pré-instalado, em vez de uma decisão activa de actualização. Há também quem tenha optado por se mudar para sistemas concorrentes, como macOS ou distribuições Linux, evitando os novos PCs Copilot+ promovidos pela Microsoft em parceria com a Qualcomm.
Apesar deste crescimento, o Windows 11 continua a enfrentar críticas constantes devido à falta de optimização e actualizações problemáticas. São recorrentes falhas que vão desde pequenos bugs até problemas mais sérios, como perdas de dados associadas ao BitLocker ou sistemas que deixam de arrancar após updates de segurança. A Microsoft já se comprometeu em corrigir as falhas mais irritantes do sistema, mas isso é algo que terá que ser demonstrado na prática e não apenas com promessas.
2026/03/03
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