A Meta revelou a sua nova AI Muse Spark, que vem substituir os anteriores modelos Llama.
Os modelos Llama da Meta sempre foram encarados como sendo modelos "pobres" face aos modelos das empresas concorrentes, e isso fez com que a Meta decidisse recomeçar do zero com novos modelos. O resultado surge agora com o Muse Spark, o primeiro modelo público do Superintelligence Lab. Marcando a mudança face à família Llama, este novo modelo representa uma reformulação da estratégia da empresa e será proprietário, embora a Meta indique que futuros modelos Muse poderão incluir versões open-source.
Um dos principais destaques é a integração com as plataformas da Meta. O Spark consegue utilizar conteúdo do Instagram, Facebook e Threads para enriquecer respostas, incluindo ligações a publicações públicas e, no futuro, até incorporar esse conteúdo directamente nas respostas.
Do ponto de vista técnico, a Meta destaca as grandes evoluções nos resultados dos benchmarks, colocando o modelo ao nível de soluções concorrentes. Um novo modo "Contemplation" permite que vários agentes AI processem informação em paralelo, melhorando o desempenho sem aumentar o tempo de espera pelas respostas. Ainda assim, a empresa admite limitações, sobretudo em tarefas de programação e sistemas autónomos mais complexos - algo que não será problemático tendo em conta que este modelo se destina a um uso generalista pelo público em geral.
O Muse Spark já está disponível na app Meta AI e na web, com integração prevista para WhatsApp, Instagram e outras plataformas nas próximas semanas. A grande vantagem é que a Meta pode colocar este modelo à frente dos milhões de utilizadores que possui, podendo fazer com que essas pessoas deixem de sentir necessidade/vontade de recorrer a outros modelos como o ChatGPT ou Gemini.
2026/04/09
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