A Google anunciou alterações aos novos limites de utilização do Gemini depois de vários utilizadores se terem queixado de esgotar rapidamente a quota disponível. As mudanças surgem poucos dias após a empresa ter introduzido um novo sistema baseado no consumo real de recursos computacionais durante o evento Google I/O 2026.
O novo modelo de gestão de utilização deixa de contar apenas o número de pedidos efectuados e passa a considerar factores como a complexidade dos pedidos, o tamanho dos ficheiros enviados, a duração das conversas, e as ferramentas utilizadas. Segundo a Google, um simples pedido de texto consumirá muito menos recursos que tarefas avançadas como geração de vídeo, programação ou análises complexas de documentos.
Em resposta às críticas, a empresa confirmou que vai limitar a quantidade de recursos que um único pedido pode consumir no Gemini 3.1 Pro, evitando que tarefas muito pesadas esgotem rapidamente toda a quota disponível. A Google esclareceu ainda que pedidos que terminem em erro não serão contabilizados, garantindo que apenas respostas concluídas com sucesso são contabilizadas. A Google corrigiu ainda um problema que fazia com que algumas gerações de vídeo Omni consumissem recursos excessivos, tendo duplicado o número de gerações disponíveis para subscritores do plano Google AI Ultra.1/ A bug caused just one or two Omni videos to drain quotas for certain people. We fixed this and will continue to look for opportunities to increase the amount of Omni you get. For example, for our Ultra members, we’ve doubled your number of Omni video generations, effective…
— Josh Woodward (@joshwoodward) May 29, 2026
A par disto temos também a promessa de maior transparência dos consumos, prometendo relatórios mais detalhados e notificações que ajudem os utilizadores a gerir melhor os seus limites. Adicionalmente, os pedidos efetuados através do modelo Gemini 3.1 Flash-Lite passam a ser gratuitos e deixam de contar para a quota.



















Sem comentários:
Enviar um comentário (problemas a comentar?)