2026/05/29

Google ajusta limites de utilização do Gemini

Os limites de utilização dos modelos AI têm gerado bastante discussão nas últimas semanas, e a Google diz ter feito alguns ajustes ao Gemini.

A Google anunciou alterações aos novos limites de utilização do Gemini depois de vários utilizadores se terem queixado de esgotar rapidamente a quota disponível. As mudanças surgem poucos dias após a empresa ter introduzido um novo sistema baseado no consumo real de recursos computacionais durante o evento Google I/O 2026.

O novo modelo de gestão de utilização deixa de contar apenas o número de pedidos efectuados e passa a considerar factores como a complexidade dos pedidos, o tamanho dos ficheiros enviados, a duração das conversas, e as ferramentas utilizadas. Segundo a Google, um simples pedido de texto consumirá muito menos recursos que tarefas avançadas como geração de vídeo, programação ou análises complexas de documentos.
Em resposta às críticas, a empresa confirmou que vai limitar a quantidade de recursos que um único pedido pode consumir no Gemini 3.1 Pro, evitando que tarefas muito pesadas esgotem rapidamente toda a quota disponível. A Google esclareceu ainda que pedidos que terminem em erro não serão contabilizados, garantindo que apenas respostas concluídas com sucesso são contabilizadas. A Google corrigiu ainda um problema que fazia com que algumas gerações de vídeo Omni consumissem recursos excessivos, tendo duplicado o número de gerações disponíveis para subscritores do plano Google AI Ultra.

A par disto temos também a promessa de maior transparência dos consumos, prometendo relatórios mais detalhados e notificações que ajudem os utilizadores a gerir melhor os seus limites. Adicionalmente, os pedidos efetuados através do modelo Gemini 3.1 Flash-Lite passam a ser gratuitos e deixam de contar para a quota.

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