A Microsoft está a preparar uma nova funcionalidade para o Windows 11 que promete melhorar a rapidez e capacidade de resposta do sistema operativo. O "Low Latency Profile" aumenta temporariamente a frequência do processador durante tarefas consideradas prioritárias, como abrir aplicações, menus, e janelas do sistema.
Com este sistema, o CPU muda para a frequência máxima durante alguns instantes (normalemente entre um a três segundos), de modo a que esses processos sejam executados o mais rapidamente possível. Apps como o Edge e Outlook poderão abrir 40% mais rapidamente, enquanto elementos do sistema como o menu Iniciar e menus de contexto poderão surgir até 70% mais depressa. O "Low Latency Profile" faz parte da iniciativa Windows K2, através da qual a Microsoft pretende optimizar o desempenho geral do Windows 11.
TESTED: Windows 11's upcoming "Low Latency Profile" mode brings genuine performance improvements to the OS, speeding up flyout and app launches significantly.
— Windows Central (@WindowsCentral) May 8, 2026
We've benchmarked opening some apps on video with the Low Latency Profile enabled and disabled, and you can see… pic.twitter.com/BCNtsXmx31
De notar que isto beneficiará principalmente os portáteis, que normalmente usam perfis de utilização do CPU que dão prioridade à poupança de energia - não tendo qualquer efeito em computadores desktop que já estejam a usar os modos de "máximo desempenho". É também curioso ver algumas reacções negativas, de pessoas que dizem que não querem que o seu portátil se torne mais gastador ou barulhento, parecendo ignorar que se está a falar de algo que (se for correctamente implementado) não deverá trazer qualquer efeito negativo na autonomia. Aliás, basta referir que isto é algo que é feito em praticamente todos os dispositivos móveis actuais, como Androids e iPhones, que aceleram o CPU quando detectam toques no ecrã e na abertura de apps, precisamente para proporcionar uma experiência de utilização mais fluida e imediata. A única coisa que se pode criticar é porque motivo a MS demorou tanto tempo para o fazer no Windows 11.



















Péssimo nome escolhido pela M$.
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