2016/07/18
Browser Maxthon apanhado a enviar dados dos utilizadores para a China sem o seu consentimento
Um dos mais populares browsers menos conhecidos - o Maxthon - vê-se envolvido em polémica depois de ser apanhado a enviar dados dos utilizadores para a China, mesmo quando esses utilizadores escolheram não partilhar qualquer informação com os criadores do programa.
2012/08/24
Maxthon chega ao iOS e Android
Muitos poderão nunca ter ouvido falar do Maxthon, mas para quem já andava pelas "internets" no início do século, é quase inevitável terem tido um qualquer contacto com ele, nem que fosse de raspão.
É que este Maxthon começou a sua vida como sendo uma versão "alterada" que usava o motor do Internet Explorer (antes ser ter transformado em Maxthon, o seu nome era apropriadamente MyIE2) - mas que apresentava um interface bastante mais simples e atractivo... a que se adicionavam muitas funcionalidades avancadas para a época (como gestos feitos com o rato). Antes de me ter convertido ao Firefox (e muito mais tarde, ao Chrome), era este o meu Browser de eleicção... e é com especial agrado que o vejo agora chegar aos equipamentos mobile da moda, que é como quem diz, temos o:
Na verdade, já estava disponivel para Android há bastante tempo, mas foi só agora com a sua chegada ao iOS que o (re)descobri.
Modo privado, gestor de downloads, temas, home screen com icons personalizáveis, e muito mais... Nem que seja pelo valor sentimental/nostálgico, vale a pena dar uma espreitadela... nem que seja por ser um browser que já resistiu a mais de uma década (o que em tempo "da internet", equivale a uma eternidade! :)
2007/11/08
Browsers com "Alzheimer" e outras perdas de memória
Se há coisa que me chateia, são programas mal-programados.
O meu computador está habitualmente ligado 24h por dia, 7 dias por semana; fazendo apenas um ocasional reboot quando alguma actualização de drivers a isso obriga.
Portanto, não me é estranho ter o computador ligado meses a fio sem necessidade de um único reboot. (Neste preciso momento, já vai em cerca de 9 dias de uptime, desde que instalei as últimas drivers da Nvidia)
Eis então o que me chateia:
Por norma, tenho dois browsers sempre abertos: o Maxthon (baseado no IE) que já permitia multiplas janelas em tabs, e mouse gestures, ad-blocking, e muitas outras funcionalidades, numa altura em que isso ainda era uma distante fantasia; e obviamente, o Firefox.
(Chamem-me tradicionalista, mas não me consigo entender com o IE 7 por mais que tente)
Cada um deles tem cerca de 10 a 15 tabs abertas - eu sei, eu sei, devia organizar isto; mas há sempre aqueles sites "obrigatórios" que têm que estar à mão, para além de outros que se encontram e se deixam abertos para ver mais tarde (e que limpo de próxima vez que re-iniciar o browser.)
E é exactamente essa a questão: porque há a necessidade de re-inicar os browsers?
A resposta: o tal "alzheimer" - a perda de memória - os memory leaks.
Como podem ver ali na imagem, ao fim de uma semana de uso, estes browsers, minimizados - o que poupa alguma memória - estavam a gastar cerca de 80Mb e 180Mb (Maxthon e FF, respectivamente) de memória.
Fechando-os, e abrindo exactamente as mesmas tabs que tinham anteriorimente, o uso de memória passou para uns mais normais 43Mb e 70Mb.
Para quem liga e desliga o computador todos os dias, é óbvio que este problema nem se torna perceptível; mas para quem - como eu - mantém estes programas abertos durante semanas a fio... isto obriga a um "fecha-e-abre" de tempos a tempos.
Não é a questão de ter poupado 100 ou 200Mb de memória desta vez, com os browsers em primeiro plano, já dei com o Firefox a gastar 300-400Mb depois de algumas semanas, e aí já se nota bem a diferença - mesmo no meu PC com 2Gb de ram.
Há várias explicações para este acontecimento, as caches, plugins externos, etc.
Agora que instalei o Ubuntu num 2º PC irei ver se em Linux, com um Firefox "limpo" de raiz isto continua a acontecer.





















