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2025/09/11

iPhones 17 vêm com opção de DC Dimming

Quem for susceptível ao cintilamento do PWM Dimming, poderá activar o modo DC Dimming no ecrã em todos os iPhone 17.


2025/08/25

Pixel 10 vem com PWM dimming melhorado

Os Pixel 10 Pro da Google vêm com opção para aumentar a frequência do PWM dimming, mas que tem que ser activada manualmente.


2025/04/30

Notícias do dia

O motivo do "apagão" em Portugal e Espanha; OpenAI reverte ChatGPT para versão menos "graxista"; NotebookLM ganha voz em Português; Google Docs melhora digitalização de documentos; e Cell Broadcast ajudaria nos avisos do "apagão".

Antes de passarmos às notícias, não deixes de participar no nosso habitual passatempo semanal, que desta vez te pode valer um mini powerbank Bogseth de 10000 mAh. E, sendo final do mês, é também a altura ideal para considerarem a participação no Clube AadM+ com prendas mensais adicionais e descontos exclusivos.

Meta lança app Meta AI


2024/07/30

Custom ROM melhora PWM do Pixel 8 Pro de 240Hz para 4800Hz

Quem não se importar de fazer root ao seu Pixel 8 Pro, pode reduzir substancialmente o efeito "pisca-pisca" do ajuste de brilho do ecrã, acelerando o PWM para os 4800 Hz.


2019/06/23

OnePlus 7 Pro com brilho "pisca-pisca" devido a PWM de baixa frequência


O OnePlus 7 Pro pode vir com um ecrã de 90Hz, mas no que diz respeito ao controlo da luminosidade, usa uma frequência PWM relativamente baixa, que pode perturbar os olhos dos utilizadores nas intensidades mais reduzidas.


2013/04/20

O que é o PWM?

Estava prometido há muito, e como não gosto de deixar promessas por cumprir, cá está um post dedicado a explicar o que é o PWM, uma palavra que será reconhecida por todos os que se aventuram no mundo da electrónica (e não só).


Este estranho agrupamento de letras - PWM - quer dizer "Pulse Width Modulation", o que traduzido dá algo como "modulação por largura de impulsos". Mas, o que quer isto dizer na realidade?

Vamos a um exemplo simples: imaginem que têm uma lâmpada ligada a um interruptor. Quando o interruptor está desligado a lâmpada está desligada, quando o interruptor está ligado, permite a passagem de energia e a lâmpada acende. Em termos digitais seria o equivalente ao estado "0" e "1" que os microcontroladores tanto gostam, e que normalmente se traduzem por 0V para o "zero" e 3 ou 5V para o "1".

Mas, agora imaginem que em vez de terem a lâmpada ligada ou desligada, gostariam de poder controlar a sua intensidade!

As coisas começam a complicar-se, pois os computadores só lidam em "0" e "1", e à partida não seria possível usá-los para enviar sinais "intermédios". Há circuitos especializados para este tipo de conversões de digital para anlógico (os chamados DAC - Digital to Analog converters), e que permitem fazer o output de um valor analógico (por exemplo, 2.5V). Mas, se não tivermos isso disponível, por vezes podemos fazer algo idêntico usando sinais puramente digitais: e é aqui que entra o PWM.

Voltando ao exemplo do interruptor da lâmpada, obter metade da intensidade luminosa poderia ser conseguido através do "ligar e desligar" contínuo da lâmpada a alta-velocidade. Claro que se o tentassem fazer manualmente, apenas conseguiriam dar uma dor de cabeça a alguém (e destruir o interruptor e lâmpada no processo) - mas se for um circuito electrónico a fazer isso a alta velocidade... a coisa seria tão rápida que para os nossos olhos não seria possível ver o "apagar e desligar", mas sim apenas a sua luminosidade a aumentar ou diminuir dependendo do tempo que deixássemos ligada/desligada.

É precisamente este o princípio que se usar para regular a intensidade dos LEDs. E é também por isso que por vezes, dependendo das pessoas, se pode notar um ligeiro "tremelicar" dos LEDs, especialmente quando estão num modo de baixa luminosidade (onde se tornará mais notório o efeito por passarem mais tempos desligados).




Nos "antigamente", implementar o PWM obrigava a que toda a gestão dos tempos fosse feita manualmente por software num micro-controlador (o que não é propriamente o uso mais eficiente do mesmo, e que por vezes obrigava a enormes habilidades para garantir que outros processos não interferiam com o tempo dos impulsos). Mas nos microcontroladores actuais, é comum termos já pinos dedicados com PWM por hardware. Ou seja, bastará configurar o funcionamento do mesmo (frequência, etc), e depois poderemos simplesmente dizer que queremos que ele esteja ligado a 10, 50, 90, 100% do tempo, e já não nos temos que preocupar com mais nada.



Não sei se terei conseguido passar de forma clara o princípio de funcionamento do PWM... mas se tiverem dúvidas, deixem nos comentários que tentarei esclarecer-vos.