2016/04/18

LAIQ Glow quer dar mais brilho aos smartphones nacionais


Depois de se ter apresentado em Portugal com os New York e Dubai, a LAIQ procura agora apostar noutro segmento de mercado, com o Glow, um Dual-SIM LTE disponível em branco, dourado e azul escuro, com um PVP recomendado de 229 euros.

"Glow, mostra o brilho que há em ti" - foi este o lema escolhido pela LAIQ para divulgar o seu novo smartphone. Desde logo uma curiosidade que se saúda, embora o nome Glow fizesse antever smartphones em cores "luminosas", temos cores bastante normais, ao contrário dos tons cheios de adjectivos que outras marcas têm escolhido para os seus terminais.

O Glow tem um ecrã AMOLED HD de 5.5" , peso de 150g e tem uma espessura de apenas 7.5mm. O som DTS, a bateria de 3150mAh e a porta USB tipo C, são alguns dos argumentos que a LAIQ preparou para atrair o interesse dos consumidores, neste segmento altamente concorrencial e que sofrido enorme pressão das marcas chinesas. O processador vem da MediaTek com o MT6753, um octa-core a 1,3GHz, que tem dado provas ao longo do último ano, garantindo um bom desempenho. Para isso também irão contribuir os 2GB de RAM, acompanhados por 16GB para armazenamento, expansíveis por microSD até 128GB.

As câmaras estão a cargo de um conjunto habitual nos equipamentos deste segmento: 13/5MP. A câmara traseira tem uma abertura f2.0 com phase detection auto-focus e capta vídeo a 1080p a 30fps. A câmara frontal fica-se pelos 720p a 30fps. Corre Android 5.1 Lollipop, uma falha que se espera vir a ser rapidamente corrigida, com a actualização para o Android 6.0.

O Glow já está disponível nos pontos de venda habituais da marca e na loja virtual em www.laiq.com por um preço de 229 euros. Existe também um campanha promocional para os 100 primeiros clientes que comprem o LAIQ Glow no site da marca, bastando introduzir o código "MOSTRA_O_TEU_BRILHO", e que dará direito a um desconto imediato de 30 euros, deixando-o nos 199 euros.



Por: Luis Costa

8 comentários:

  1. Eu era capaz de comprar um, não fosse o processador Mediatek... Para mim está excluído apenas e só por esse motivo.

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    1. O que tem de mal o Mediatek?

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    2. @Bruno São raras as actualizações de software para os equipamentos com processadores Mediatek e ROMs alternativas então são raríssimas

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  2. A questão é: será que os updates existem mesmo ou é rezar que alguma entidade com um telefone "igual" mande qualquer coisa cá para fora?

    É vergonhoso um equipamento, seja ele qual for, lançado hoje vir com uma versão do Android com um ano. Pior é que a Developer Preview do M saiu em Maio do ano passado (ainda a LAIQ não tinha lançado nenhum telemóvel)!

    Eu sei que o processo de certificação de qualquer versão é complicada e tem de passar por umas centenas de testes, epá, mas mesmo assim...

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  3. Rebrandig do Gionee S Plus. Também usado sob outras marcas. Para além da marca, nada de Tuga...

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    1. Mas isto é o normal hoje em dia.
      Basta teres 1M, vais À china e pedes para te fazerem o teu smartphone.
      É o que mais se vê actualmente.

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  4. Comprei um LAIQ Glow e estou descontente. Apesar de ter uma memoria de 16g, não permite que nenhuma aplicação seja movida para cartão Sd, como uso o tlm para fins profissionais necessito das aplicações que tinha no outro tlm, exemplo gps com mapas da Europa, no Glow diz que não tem memoria suficiente e não permite nada para o cartão Sd exceto fotos. Já enviei mails para a Laiq e nem resposta obtive. Muito mau para a marca não responder aos clientes.

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