2016/05/26

Polícia Espanhola prende 30 envolvidos em rede de pirataria de canais de TV


A polícia Espanhola prendeu 30 pessoas suspeitas de distribuir ilegalmente canais pagos de TV, e que usavam bitcoins para lavagem de dinheiro.

Embora frequentemente critiquemos as medidas desproporcionadas que muitas vezes são usadas contra utilizadores que ousem descarregar um música ou software, em nada podemos censurar as medidas que combatem aqueles que fazem da pirataria um negócio altamente lucrativo. Neste caso foram apanhadas 30 pessoas, espalhadas por diversas cidades Espanholas (Madrid, Barcelona, Valencia e Cordova), e que eram responsáveis por um sistema de descodificação e redistribuição de canais pagos de TV.

O grupo utilizaria os bitcoins como forma de lavar o dinheiro proveniente deste negócio, com as autoridades a terem apreendido mais de 31 mil euros em bitcoins, para além de dinheiro físico, motas, automóveis de luxo e até um pequeno avião.

Lá está... é a "pequena grande diferença" entre conteúdos pirateados que são partilhados com o simples intuito de partilha e sem ideia de serem fonte de receita, e conteúdos que são pirateados de forma a ganhar dinheiro à custa do que outros criaram. Mesmo se por vezes a distinção possa tornar-se complicada, não há que ter pena destes casos em que claramente se trata da segunda opção.

1 comentário:

  1. Na NOS também tem uma rede de pessoas que fazem o mesmo e quem contrata esses serviços pode ligar para o numero de assistência da NOS exatamente como se fosse um contrato normal. A única diferença é que se faltar aos pagamentos aparecem-lhe umas pessoas em casa para exigir a cobrança! Aliás foi exatamente por isso que um amigo meu descobriu que essa rede existe porque a NOS não manda ninguém a casa para fazer cobranças!

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