2018/01/14

Google procura compressão de imagens mais eficiente que JPEG e WebP


Formatos como o JPEG já nos habituaram a ter imagens com tamanhos muito mais pequenos do que necessitariam caso fossem guardados de forma tradicional, mas a Google acredita que se pode fazer ainda melhor com uma pequena ajuda da Inteligência Artificial.

Achariam praticável que cada foto que tirassem com a câmara de 16MP do vosso smartphone ocupasse 45MB? Pois, não seria, e felizmente não temos que lidar com isso. Com a ajuda do JPEG (ou outros) esse tamanho pode ser drasticamente reduzido para valores bem mais fáceis de gerir - fazendo com que a questão seja obter a máxima qualidade pelo menor número de bits.

A Google já muito tem investido nesta área (até tendo criado o WebP) mas acredita que é possível fazer ainda melhor com a ajuda da inteligência artificial, e lança um desafio para que todos os interessados mostrem o que conseguem fazer com base num conjunto de imagens, esperando que alguém seja capaz de superar os seus próprios resultados.

Considerando-se que as imagens constituem grande parte do tráfego transferido na web, toda e qualquer poupança no tamanho de imagens sem perda aparente de qualidade teria impacto considerável em empresas como a Google e a inimaginável quantidade de dados que transfere diariamente - mas teria também vantagens para todos os que gostam de armazenar o maior número possível de fotos no seu smartphone, ou que agradecem todos os bytes que puderem poupar ao partilhá-las com amigos usando o seu plano de dados mobile limitado.

A grande questão é que, ao estilo do que aconteceu com o WebP, a não ser que todos os "gigantes" da indústria cheguem a acordo quanto à utilização de um qualquer novo formato, o seu uso será sempre de utilidade limitada....

2 comentários:

  1. E que tal preocuparem-se a fazer programas que não ocupem toneladas de bites e bytes?
    É que não consigo perceber como é que um pacote de drivers para uma placa gráfica ascenda os 1Gb de dados...
    Que mania de andarem a querer mexer em "ficheiros" que até parece que idade deles os solidificou...
    É por essas e por outras, que por mais que tentem matar o GIF, ele recusa-se a morrer...

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    1. Curiosamente os browsers bloqueiam o flash mais "recente" por exemplo mas não ficheiros gif :p E em termos de imagens animadas não existe ainda realmente nenhum formato suportado de forma transversal e universal além do gif o que é uma pena já que a qualidade fica bastante limitada.

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