Mesmo a poderosa Starship da SpaceX não pode violar as leis da física, e revela como é extremamente difícil (e dispendioso) chegar à Lua.
Com a NASA e a SpaceX alinhadas no regresso à Lua como passo intermédio antes de se aventurarem em missões tripuladas a Marte, vemos como esse objectivo mais "fácil" não é nada fácil. Além de muitos outros problemas, a maior preocupação tem a ver com a necessidade da Starship necessitar ser reabastecida em órbita para poder ir - e voltar - até à Lua, algo que pode obrigar a mais de uma dezena de lançamentos adicionais só paracombustível.
É algo que por agora parece ser extremamente inviável. Se assumirmos que para montar uma base na Lua serão necessárias dezenas de viagens, e cada uma delas necessitar de 15+ lançamentos para reabastecimento, estamos a falar de muitas centenas de lançamentos.
No vídeo acima vemos essas e outras questões serem discutidas, assim como de algumas eventuais soluções de compromisso - como fazer lançamentos "sem reutilização", em que se dão os Super Heavy ou Starships como perdidos - mas que iria contra a pressuposto primordial da SpaceX, da reutilização ser essencial para manter o custo mais reduzido.
Infelizmente, a física não perdoa, e sair da Terra e viajar até ao corpo celeste mais próximo, é extremamente complicado. O que por outro lado nos ajuda a dar mais valor aos "malucos" que o arriscaram fazer no final da década de 60.
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