Combinando múltiplas tecnologias já conhecidas com a mais recente magia das capacidades AI, a World Labs criou o impressionante Atlas.
Tradicionalmente, criar o efeito de vídeos "tridimensionais" ao estilo do "Bullet Time" obrigava a usar dezenas de câmaras posicionadas cuidadosamente para se obter o plano pretendido. Agora, tudo isso cai por terra, já que basta algo que pode ser uma imagem, ou vídeo captado por três ou mais câmaras, para se criar um verdadeiro mundo tridimensional pelo qual podemos viajar no espaço e no tempo, praticamente sem limites.
World Labs just introduced Atlas, an AI model that can reconstruct moving 3D scenes from as few as three cameras.
— Justin Ryan (@justinryanio) September 1, 2026
Creators can record a real moment, then view it from camera angles that were never filmed. pic.twitter.com/2CnqNv5564
The new Atlas world model is literally black magic. This shouldn't be possible from just 3 cameras 🤯 https://t.co/larhFrfnAM pic.twitter.com/SC7FtHzrXn
— Jake Steinerman 🌎 (@jasteinerman) September 1, 2026
Introducing Atlas:
— World Labs (@theworldlabs) September 1, 2026
The world's first multimodal world model that generates image and video frames with pixel-perfect camera control and reconstructs them in 3D.
Model the world, move the camera, and simulate space & time. pic.twitter.com/o0qeGubi19
Obviamente, este sistema usa tecnologia AI para "imaginar" as partes não visíveis, mas o efeito mantém-se bastante realista, sendo inacreditável que consiga ser atingido com um pequeno número de imagens ou câmaras.I'm particularly excited by Atlas's ability to reconstruct scenes from a very small number of input image -- was able to create this flythrough of London's Natural History Museum by combining 3 input images I found from completely separate sources on Google Images pic.twitter.com/migyNTND15
— Ben Mildenhall (@BenMildenhall) September 1, 2026
As aplicações são vastas, indo muito para além dos efeitos digitais para filmes e séries. Há também aplicações para simulação, reconstrução, e preservação de espaços, e muito mais. Para os mais veteranos, é algo que poderá fazer o velhinho Photosynth da Microsoft de há quase vinte anos, que nas versões finais também entrou no campo do vídeo, mas agora levado ao extremo.



















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