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2019/01/01

As tendências tecnológicas para 2019


Depois de em 2018 se ter assistido à perseguição e popularização dos ecrãs sem margens, para 2019 a tecnologia continuará a ter muitas outras coisas novas para nos "entreter", contando com coisas como os ecrãs dobráveis, os veículos autónomos, e o inevitável 5G.


2011/01/01

Previsões para 2011

Não me quero armar em Nostradamus, mas acho que será interessante aqui deixar ficar algumas "previsões tecnológicas" sobre o que nos poderá trazer este ano de 2011 que agora tem inicio.

Com sorte, não cometerei nenhuma calinada como aquelas que figuram nas piores previsões tecnológicas de todos os tempos. ;)

Por isso, aqui ficas as previsões para 2011 do Aberto até de Madrugada, e daqui por um ano cá estaremos quais as que foram acertadas e quais as que foram completamente ao lado!

  • Android começará a tornar-se na plataforma principal para alguns developers
  • iPhone/iOS receberá actualizações "de relevo" para combater o peso da sua idade que já começa a fazer-se sentir (e que inclua um novo sistema de notificações!)
  • Ainda não será este ano que veremos baterias milagrosas que permitam smartphones potentes com autonomia para vários dias
  • Os tablets começarão a surgir em força, mas ainda terão que superar o "avanço" que o iPad da Apple tem (talvez para 2012?)
  • Impressoras 3D começarão a fazer-se notar cada vez mais
  • Com os portáteis a tornarem-se cada vez mais finos (SSDs e o adeus às drives ópticas), a fronteira entre tablets e portáteis (tablets com teclado) ficará cada vez mais esbatida.
  • O 3D continuará a ser "impingido" aos consumidores, como sendo uma grande coisa
  • O uso dos comandos de voz nos mobiles começará a tornar-se num dos métodos mais comuns e utilizados de controlo
  • Uma nova empresa/serviço surgirá que se tornará no centro das atenções, para desenjoar do "Facebook/Twitter/Google"...
  • A domótica irá finalmente começar a ser encarada como uma necessidade, por força do custo crescente de electricidade e necessidade de melhor controlo dos desperdícios. (O que será bom para o crescimento da A Minha Alegre Casinha :)
  • O Aberto até de Madrugada irá conseguir duplicar o número de visitantes. :)

E vocês? Arriscam-se a deixar algumas previsões nos comentários?

2007/11/30

A Morte dos Discos Rígidos

Os discos rígidos, dispositivos de armazenamento principal nos computadores actuais, estão a morrer.

Não se preocupem, os vossos dados estão a salvo (espera-se que sim - têm os vossos backups em dia?) refiro-me apenas aos discos que temos nos nossos portáteis e computadores de mesa.

Actualmente assiste-se cada vez mais à migração dos discos rígidos para o armazenamento Solid-State, em discos "flash", os chamados SSD. Mas de que forma é que isso afectará os computadores a médio e longo prazo?

As previsões são sempre subjectivas, e esta é apenas a minha visão sobre o assunto:
num futuro não muito distante, os computadores deixarão de ter "discos".

Se tivermos um computador com 32GB de RAM, com outros tantos 32GB de disco SSD, que mais será necessário?
(Já para não falar em sistemas de RAM não volátil, tipo a ferro-eléctrica, que permitiriam ter sempre o estado "actual" do computador guardado, quer estivesse ligado ou desligado.)

Os mais paranóicos poderiam continuar a ter umas torres com discos rígidos, com centenas de Terabytes de dados num caixote NAS (Network Attached Storage) disponível remotamente via rede - mas para a maioria das pessoas, aceder e guardar o conteúdo na Net será a melhor opção: e a responsabilidade dos backups fica fora das nossas mãos.

Uma ligação fiável e permanente à Internet - isso sim, passa a ser o factor mais importante.

Tal como um telemóvel de pouco ou nada serve sem "rede", um computador sem internet é uma ferramente severamente limitada, permitindo apenas uso das aplicações instaladas localmente.


E para quem pensar que esses 32GB ou 64GB locais (ou 128GB ou o quer que seja) são insuficientes, com ligações rápidas o suficiente, essa memória seria usada quase exclusivamente como "cache" dos conteúdos recebidos pela rede, tornando-se - em grande parte - quase irrelevante.

Quer jogar um jogo? Em poucos segundos este será descarregado da Net e estará pronto a ser usado. Quando terminar, pode ser apagado (ou mantido em cache durante algum tempo). E assim sucessivamente para qualquer aplicação, filme, ou conteúdo.

Levado ao extremo, nem disso precisamos. Podemos muito bem ter apenas um ecrã e uma ligação rápida à rede. Tudo o que fizessemos seria processado remotamente, e enviado de volta para o nosso ecrã: tipo computadores virtuais, em grande escala.

Actualmente isso já é feito por muita muita gente, usando um portátil "fraquinho" apenas para aceder remotamente ao computador "potente" em casa ou no emprego. A única limitação são as velocidades da rede - que num caso ideal (alta velocidade e baixa latência,) tornam a experiência indistinguível de estar à frente do computador remoto.

Bem, daqui a 10 anos saberemos se estou muito longe da realidade...