2017/01/31

Análise ao Asus Zenbook UX390

A família Zenbook da Asus já conta com anos de tradição no mercado, e o seu mais recente topo de gama é um portátil que não deixa de atrair as atenções - como nos conta o nosso Luis Costa.


Os Zenbook são nesta altura uma referência incontornável para quem pretende comprar um ultrabook. A Asus tem no mercado diversos modelos, cada um com a sua especificidade, sendo o UX390, o seu actual topo de gama. A marca endereçou-nos o convite para testar este equipamento por altura do Natal, pelo que tive a oportunidade de passar uns dias com o mesmo.

O Zenbook UX390



Removidos os plásticos e aberta a caixa, dá-se o primeiro impacto. A Asus soube estudar muito bem o desgin deste ultrabook, que encanta logo no primeiro momento. As dimensões (11,9mm de espessura), o peso (910g) e uma linha dourada a circundar o ecrã, são aspectos que desde cedo captam a atenção do utilizar. Recordo-me de um comentário que teci na altura: ainda agora o abri e sinto-me tentado a gastar umas centenas de euros!

A Asus equipou este Zenbook com o melhor hardware da actualidade. Tem um processador Intel Core i7 de 7ª geração, 16GB de RAM a 2133MHz, SSD NVMe de 512 ou 1TB, WiFi ac, Bluetooth 4.1, teclado retro-iluminado e um ecrã de 12,5 com resolução FullHD. Este poderia apresentar uma resolução superior, mas tendo em conta a capacidade da bateria, a opção da Asus acaba por se revelar acertada.



O ecrã tem margens reduzidas, o que contribui para que o ultrabook apresente uma dimensão bastante compacta. Se há aspecto em que a Asus se aplicou decisivamente, foi no aproveitamento do espaço livre, sendo o teclado o expoente máximo desta característica ao ocupar a quase totalidade da largura do ultrabook. Isto permite que as teclas tenham uma dimensão "normal". Já o curso das teclas com 0,8mm acaba por ser reduzido, o que obriga a uma período de adaptação às mesmas. Inicialmente falham-se bastantes caracteres, mas ao fim de uma semana a questão ficará por certo resolvida, sendo possível obter uma cadência de escrita muito próxima da habitual.



O touchpad apresenta boa dimensão e detecção do toque. Os gestos são executados com precisão, permitindo uma navegação sem sobressaltos. Uma nota ainda para o sensor de impressão digital que está no canto superior direito do touch pad. Este sensor é compatível com o Windows Hello, o que possibilita um acesso mais rápido ao equipamento.


Em termos de portas, apenas um jack de 3,5mm do lado esquerdo e uma porta USB tipo C, que é a única opção disponível para ligar outros dispositivos. Para colmatar esta limitação, a Asus preparou duas docks com vários tipos de portas, o que acaba por resolver a questão. Apenas a lamentar o facto de nem todas as versões deste Zenbook UX390 se fazerem acompanhar desta dock. Tendo em conta o PVP do ultrabook, a dock deveria ser disponibilizada em todas as configurações.


O sistema de som tem a mão da histórica Harman Kardon. A Asus apresenta no UX390 um sistema de 4 colunas, duas no teclado, junto ao ecrã para os sons mais fortes e agudos, e duas sobre o teclado, do lado oposto, para os sons graves. Estas duas colunas utilizam um inovador sistema de 5 ímanes que prometem um som com graves 41% mais fortes que uma coluna normal.

A bateria e o sistema de referigraçao, tendo em conta os 11,9mm de altura do ultrabook, ecrã incluído, deverão ter sido os maiores desafios que a Asus encontrou no desenvolvimento deste projecto. A bateria de 40Wh ocupa quase metade da área total, avançando a Asus com uma autonomia  de 9h, algo que se veio a mostrar muito longe da realidade, pelo menos para o meu tipo de utilização.

Para a refrigeração, a Asus recorreu a um sistema de arrefecimento com apenas 3mm de altura, com um tubo de cobre/alumínio com paredes de apenas 0,1mm. Pensar que estes 3mm contemplam uma  ventoinha é algo que dá que pensar.

Software



Logo no primeiro arranque uma actualização da BIOS. Siga...

O bloatware é um mal de que muitos equipamentos padecem hoje em dia. Os acordos e parcerias que as marcas estabelecem, parecem ter mais importância que a opinião dos utilizadores. A Asus era conhecida por encher os seus produtos com paletes de aplicações, mas aparentemente parece ter mudado de política.


Quando liguei o UX390 pela primeira vez deparei-me com alguns ícones no ambiente de trabalho (ver imagem acima). Este facto tornou-se ainda mais preocupante quando percebi que a Asus tinha disponibilizado uma aplicação que serve para nos auxiliar na instalação de aplicações, supostamente essenciais. Assim sendo, para quê fornecer o equipamento com aplicações já instaladas?

Contactamos a Asus para obter uma explicação e foi-nos informado que nas versões mais recentes do SO, o Windows já não se apresenta com as tais aplicações extra instaladas de raiz.


Fica assim limitada a instalação, facultativa, através da aplicação disponibilizada para o efeito, decisão que naturalmente se saúda.


Em Utilização



O teclado é retro-iluminado, com três níveis de brilho, o qual se desliga automaticamente ao fim de alguns segundos de inactividade. Tem o dobro do curso do Macbook, mas continua a ser demasiado curto. Dá a sensação que o movimento não fica completo, o que leva a algumas falhas ao teclar.

As teclas de função são dedicadas, as "funcionalidades extra" estão acessíveis através da utilização em conjunto com tecla de função. Home/End/Pgup/Pgdn estão combinados com as teclas de cursor, o que dificulta a utilização de alguns atalhos, porque obriga à utilização da tecla Fn. O facto de as teclas Pgup/Pgdn terem metade da altura também não ajuda a uma navegação mais rápida e eficiente.

O botão de power continua a ter uma localização pouco recomendável, junto à tecla delete. A Asus precaveu-se contra toques indesejados no power, pelo que não basta um simples toque para desligar o UX390, é necessário pressionar a tecla de uma forma mais forte, pois a resistência que esta oferece é superior à das outras teclas. Não é a melhor das opções, mas acaba por resolver o problema em questão.


O Touchpad tem um tamanho interessante. Poderia ter mais altura, mas não num equipamento com estas dimensões, onde o espaço está muito bem aproveitado em todas as suas dimensões. A detecção de gestos é precisa, mas não chega para substituir a utilidade de um ecrã com detecção de toque.

Esta é uma área onde ainda há muita discussão, principalmente porque a grande maioria dos utilizadores ainda não teve a oportunidade de lidar com um ecrã touch. Vindo eu de um Surface Pro de 1a geração, dou por mim a levar a mão ao ecrã para um scroll, fechar janelas. É muito mais prático que utilizar o rato ou um atalho de teclado, só necessita de novos hábitos. No caso deste UX390 terão mesmo de utilizar uma destas soluções "alternativas".


O sistema de som foi uma agradável surpresa. Por norma utilizo headphones e deu-se o caso de até estar a testar um excelente produto que em breve por cá passará. Houve no entanto uma ocasião em que quis mostrar uma música à minha esposa e acabei por puxar pelo volume das colunas.

Quando o som se começa a ouvir, perguntamos-nos como tal qualidade é possível num equipamento tão fino. Foi um verdadeiro prazer ouvir a guitarra de David Gilmour num "Shine on you crazy diamond". Escusado será dizer que ali fiquei uns bons minutos a deliciar-me com este brilhante álbum. Uma nota para o volume máximo, não é recomendável passar dos 75-80%, zona a partir da qual se começa a ouvir distorção.



Com um processador Inter Core i7 de 7ª geração, 16GB de RAM e um SSD NVMe, este ultrabook apresenta-se com hardware de topo. Não deverão sentir atrasos ao navegar na internet, independentemente de terem muitos separadores abertos ao mesmo tempo.

No meu padrão de utilização, com WiFi ligado, brilho a 25% e browser Google Chrome com várias tabs abertas, este Zenbook nunca foi capaz de passar das 5h de autonomia, ficando-se normalmente entre as 4:30 e as 5h. Olhando friamente para os números, é pouco, pois estamos a falar de uma máquina que custa mais de um milhar de euros. Se atenderemos ao hardware utilizado e às dimensões do Zenbook e comparar-mos a sua autonomia com outros ultrabooks que por cá já passaram, este desempenho acaba por não envergonhar, sendo igual ao que outras marcas conseguiram obter com equipamentos bastante mais volumosos.


O disco SSD NVMe mostra toda a sua pujança nos testes de benckmark. Por aqui estão garantidos para alguns anos. Até doí olhar para estes números, não é verdade?


Apreciação final



A Asus ao lançar o Zenbook UX390 tem um alvo claramente identificado, o Macbook da Apple. Ao fazê-lo está a colocar-se numa posição delicada, ficando vulnerável ao peso da popularidade do ultrabook da maçã.

O facto de apresentar um equipamento mais fino, mais leve do que Macbook acaba por penalizar este Asus UX390. Ter um processador, memória e SSD mais rápidos que o Macbook, não consegue compensar o facto de este permitir uma maior autonomia. Tratando-se um ultrabook, que está virado para a mobilidade, é por certo ser um dos pontos com maior peso na avaliação do consumidor.

Faltou avaliar a possibilidade de carregar o Zenbook com um powerbank. Embora possua várias unidades, nenhuma é compatível com o sistema de carregamento utilizado por estes equipamentos. Sem dúvida um item a entrar para a lista de compras para os testes.

É um verdadeiro prazer utilizar o Zenbook UX390, com a grande vantagem de nos esquecermos que o estamos a transportar, de tão leve que é, mas a autonomia...

Se por momentos ignorarmos o facto de termos "apenas" 5h de bateria, passamos a estar na presença de um equipamento de sonho, que encanta qualquer amante de tecnologia. O seu design, peso, dimensões, hardware são de grande qualidade, pelo que permitem uma utilização confortável e sem compromissos (com o carregador atrás). O ecrã touch era um excelente complemente. E a autonomia, já falei da autonomia?

Estes pontos fortes (argumentos de peso, diria) são apenas penalizados pela referida autonomia e preço do equipamento (1439€), razão pela qual o Zenbook UX390 recebe um honroso Quente do AadM.





Asus Zenbook UX390
Quente


Prós
  • Design
  • Dimensões/peso
  • Hardware de topo
  • Qualidade de som


Contras
  • Preço
  • Autonomia
  • Ecrã não é touch



9 comentários:

  1. Grande equipamento sem dúvida, esteve nas minha lista! ;)

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  2. Bom dia Carlos Martins.
    Não sei se me podes dar uma pequena ajuda.
    Estou a ponderar comprar um ultrabook e fui ver este menino à loja e fiquei fascinado pela sua beleza, mas de ler o teu artigo fiquei ainda mas indeciso.
    Dos pontos contra que apontas falas em preço.
    Mas eu não encontro outro com estas características a preços inferiores. Um bom exemplo dell xps 13" com este hardware é muito mais caro.
    O touch não se faz confusão, não sinto necessidade dele no meu dia-a-dia (talvez por não utilizar).
    Mas a bateria é um ponto importante, se no escritório vai estar ligado a um monitor e corrente não será problema, fora não queria andar sempre de powerbank atrás.
    Anda muita gente a recomendar o Xiaomi Mi Notebook Air 13.3″, já tiveste contacto com ele? Será que vale a compra? O hardware é muito inferior, mas têm mais portas e é bem mais barato. Depois não posso ver e tocar antes de comprar.
    Obrigado pela ajuda.

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    1. Este Asus é um equipamento fascinante, mas tendo em conta o seu preço, deveria ser perfeito. Até o poderá ser, depende apenas dos requisitos do utilizador.

      No meu cenário de utilização as 5H de autonomia parecem-me reduzidas para o preço do ultrabook. De resto, quase nada se pode apontar.

      Na loja do Colombo, a Worten tem um espaço com um conjunto de máquinas em exposição. Se possível, aconselho a passagem neste espaço, onde além deste equipamento, estão os novos HP e Lenovo, todas máquinas interessantes.

      Colocar no Xiaomi Mi Air 13 no mesmo prato da balança não me parece de todo correcto, desde logo pela questão da garantia. O hardware também não é o mesmo, mas isto não significa que não seja uma proposta interessante.

      Eu também estive a olhar para este segmento, pois queria substituir o meu Surface Pro de 1a geração, comprado por uns magníficos 333€!!!

      No meu caso, a escolhia iria recair no HP X360 ou no Spectre, apenas devido à autonomia, pois o modelo de 2016 fez 7H.

      Acabei por me decidir pelo... Xiaomi Air 12. Faz quase 7H, era o que pretendia, mas o poder de processamento, não tem nada a ver. Atenção que o modelo de 13 deve baixar para as 5H max.

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  3. É outro OS, mas comprei recentemente um MacBook 12", ainda que tenha usufruido de uma boa promoção, o preço está na mesma ordem de grandeza, e tem uma bateria excelente.

    Mas claro, são tantos factores a considerar, muitos pessoais, mas se fores como eu que uso para trabalhar sobretudo com documentos e ferramentas online, ficamos cada vez mais agnósticos ao OS!

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  4. Boa tarde Luís.
    Sim eu concordo que o preço é bastante elevado mas acho que não deve existir equipamentos perfeitos, vai existir sempre uma pequena falha em algum ponto (na minha opinião e eu sou apenas utilizador).
    Como disse no comentário anterior a bateria é a meu ver o grande “drawback” deste equipamento (para mim claro esta), depois temos o problema de porta única mas expansível com um hub , e se for a pensar assim também posso ir com uma powerbank e aumento a autonomia. Mas a ideia é um equipamento ”on the go”
    Eu sou do Porto e não tenho prevista nenhuma ida a Lisboa tão cedo o que é pena, vou tentar a Worten do Norteshopping pois acho que será o mais próximo em termos de tamanho com a do Colombo.
    Também gosto do Lenovo Yoga 900 mas para o mesmo hardware têm preço muito superior, admito que têm funcionalidades que estes não têm, o Hp Spectre 13, surge com o mesmo problema as “specs” são muito inferiores para o mesmo preço.
    Claro que não estou a colocar o Xiaomi Mi Air 13 no mesmo patamar até porque fica muito abaixo em características mas pelo preço, o equipamento que trás têm uma relação preço/equipamento que me parece muito próxima do Asus, Metade da Ram, Disco, e Processador I5 geração anterior por metade do preço
    No caso dos equipamento da Apple vão no mesmo segmento da concorrência mas para pior, ganho em autonomia e qualidade de construção mas os preços são muito, muito elevados para este nível de specs.
    Visto ser um grande investimento e neste segmento não poder fazer grandes “upgrades”, pois são componentes soldados pelo tamanho dos equipamentos quero ir para o máximo de poder de processamento/Ram que conseguir para aguentar uns bons pares de anos isto a um preço “razoável”(como se o preço do Asus fosse razoável).
    Neste sentido acho que este Asus é imbatível para o preço, assim como o Xiaomi Mi Air 13 no seu preço, cada um no seu segmento de hardware.
    Luís como tem corrido a experiencia com o Xiaomi Mi Air 12”.
    Obrigado Mais uma vez Luis

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    1. Atenção que em termos de specs puras, a diferença está na RAM, 8 vs 16GB (nos EUA há modelo com 16..) e na velocidade da mesma.

      https://www.asus.com/pt/Notebooks/ASUS-ZenBook-3-UX390UA/specifications/

      http://www8.hp.com/pt/pt/products/laptops/product-detail.html?oid=14444163#!tab=specs

      http://shop.lenovo.com/us/en/laptops/yoga/900-series/yoga-910/

      Os HP e Yoga têm a desvantagem de ter chegado mais tarde, o Asus por seu turno tem a vantagem de ter descido para os 1400€.

      Atenção aos powerbank, só os XPTO com USB tipo C é que poderão dar e o portátil tem de ser compatível. Há um Anker de 20000 tipo C que poderá dar, poderá, ainda não o tenho para testar.

      A "limitação" do Asus no meu caso são 5H de bateria, noutros cenários poderá dar mais. O HP acredito que posso ir às 7, o Lenovo ainda não consegui acabar o teste.

      Quanto ao Xiaomi Air 12, não poderia estar mais satisfeito. Dou o exemplo de hoje, 3 utilizações, 2:36, 37% de bateria --> estimativa de 7H. É tudo o que preciso para browser e texto.

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  5. Edgar, só dizer que eu comprei o Mac12, entre outras razões pelo preço! Eu na verdade até queria o Razor Blade ou Dell XPS13, mas esses sim era muito mais caros. Este Mac ficou-me uma 3 centenas de euros mais baratos que os preços aqui indicados para o Asus!!

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Pablo O Mac12 é intel "M" e não "I" logo será inferior em termos de specs, se falarmos em hardware igual temos de ir para o mac 13,3", tamanho que por acaso eu gosto mais mas custo muito supeior...

      Luís eu sou projectista mecânico e como o mercado principal da empresa onde trabalho situa-se no estrangeiro, eu viajo bastante e preciso de um aparelho leve mas que seja bom em termos de performance. Como faço muitas horas de avião quero um portátil leve que não me canse de andar a carregar de um aeroporto para o outro mas que me aguente horas de voo e sim faço ligações que nenhuma bateria aguenta em reprodução de médias. Mas por outro lado faço projectos em inventor e preciso de chegar ao cliente e fazer apresentações, não quero ficar a olhar para o cursos à roda (se a minha workstation Hp Z440 com Xeon E5-1630, 32gb de Ram em projectos com grandes já consome os recursos todos da maquina, em nenhum brinquedo destes vai aguentar melhor) mas a ideia é apresentar e não produzir dai uma das característica, senão a mais importante será a bateria, em seguida da Ram e processador... A medida de ecrã que para mim seria o ideal seria as 13,3" dai a minha primeira opção ter sido o Dell xps compacto leve e boa bateria mas esta a um preço.

      https://www.kuantokusta.pt/informatica/Computadores/Portateis/Dell-XPS-13-9350-13-3-i7-7500U-16GB-512GB-SSD-9360-2485-p-1-484396

      O Lenovo yoga 910 têm um ecrã com uma bateria um pouco maior mas como também é maior e 4K temo que ainda dure menos
      https://www.kuantokusta.pt/informatica/Computadores
      /Portateis/Lenovo-Yoga-910-13IKB-930-13-9-i7-7500U-16GB-512GB-SSD-80VF00DYPG-p-1-497089

      O Hp X360 acho que de bateria ia muito bem servido mas as specs
      https://www.kuantokusta.pt/informatica/Computadores/Portateis/HP-Spectre-x360-13-w001np-i7-7500U-8GB-512GB-SSD-Y5S86EA-p-1-489820

      O Asus convence-me pelo aspecto, é tão lindo, o Azul e Dourado e pelo preço em relação à concorrência, mas esta ai à porta a versão deluxe que pode vir a colmatar as falhas do ecrã e bateria mas o preço deverá ser maior.

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