2013/03/22

Google Glass ao serviço da Domótica?


Não seria a primeira vez que o Google piscava o olho ao mercado da domótica. Já tivemos o extinto Google PowerMeter que nos permitia manter um registo dos consumos eléctricos, e em 2011 o Android @ Home foi anunciado com grande pompa e circunstância... embora depois pareça ter ficado esquecido.

Mas agora uma nova patente faz renascer as esperanças de que o Google (finalmente) entre em força no mercado e revolucione os sistemas de automação nas nossas casas. A ideia dá uso ao recém chegado (que na prática ainda nem sequer chegou) Google Glass para controlar diversos equipamentos.


O objectivo será poder olhar para algo como a porta da garagem e ver automaticamente opções de controlo (abrir porta, fechar porta); ou então olhar para o frigorífico e ver automaticamente se há algo em falta ou com o prazo de validade a expirar; informações que seriam exibidas sobrepostas sobre o objecto real.

Facilmente se pode imaginar as potencialidade de tal sistema... olhar para um televisor ou rádio e poder controlá-lo; ou para as luzes; o sistema de rega; ou ainda ajustar o ar condicionado... tudo só com o "olhar".

Não há dúvida... uma nova revolução está para chegar, e muito do que hoje consideramos normal arrisca-se a ser encarado como algo pré-histórico daqui a meia-dúzia de anos. (Pelo sim pelo não, vou colocar um lembrete no calendário para ver se falhei por muito ou por pouco. Isto assumindo que até lá o Google não decide encerrar o Google Calendar! ;P

3 comentários:

  1. Encerrar o Google Calendar ou o Google Glass ?

    Inclino-me mais para o segundo. Vi o que está no site do projecto: Glass fotografa, Glass filma - que são os mais destacados, Glass mostra o percurso (navegação por GPS), Glass traduz, etc.

    Há possibilidades interessantes sem dúvida, em certas coisas pode ser útil o "comando com o olhar". Mas o "põe os óculos, tira os óculos" não me parece lá muito prático. Comigo seria mais, "onde é que eu deixei os óculos".

    Mas há uma coisa que ainda não percebi. O "poder computacional" dos óculos reside num smartphone Android ou é preciso um computador de bolso especial ?



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    1. No estado actual, o Glass é um "computador independente", mas a ligação à internet é feita através de um smartphone.

      Embora, imagine que grande parte das funcionalidades estejam penduradas nos serviço do Google, e como tal pode dizer-se que o processamento acaba por ficar na "cloud"...

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  2. Gostei do optimismo "daqui a seis anos...". :-)
    Cá para mim, Carlos, daqui a seis anos vamos andar de Google glasses nas trincheiras dos pirenéus à espera dos alemães para lhes espetar um tiro de... mauser.

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