2015/12/12
CPU quântico do Google é 100 milhões de vezes mais rápido que CPUs convencionais
Os computadores quânticos representam toda uma nova fronteira que pode revolucionar os sistemas de computação, mas tratam-se de campos tão esotéricos que nem sequer os próprios cientistas se entendem quanto aos seus resultados. O Google diz finalmente ter conseguido demonstrar que o seu computador quântico funciona e que já supera largamente os processadores convencionais.
2014/03/25
Notícias do Dia
A BatteryBox é uma bateria que diz manter a mesma capacidade mesmo ao fim de 5 anos de uso; a LG mostra mais uma foto do seu smartwatch G Watch; uma pulseira biométrica que quer acabar com as passwords; com que frequência se troca de smartphone e tablet; o curioso Photowall do Google que te deixar partilhar fotos para o Chromecast e criar um vídeo do resultado final (e que já está disponível também para Android); e hackers que levantam dinheiro nas caixas "Multibanco" usando um simples SMS.
Antes de passarmos às notícias, relembro que nosso habitual encontro mensal meeting-francesinha de Março é já no próximo sábado. Se estiverem por perto, apareçam. :)
Google faz parceria com fabricante dos Ray-Ban e Oakley
Poderá ser sinal de que o Glass se aproxima da comercialização ao público, ou apenas mais uma das parceria que o Google tem vindo a fazer com fabricantes de óculos e que não faz com que essa data esteja para breve. De qualquer forma, os apreciadores dos óculos da Oakley e Ray-Ban irão gostar de saber que estas marcas muito provavelmente irão ter óculos "prontos-a-usar" com o Google Glass.
Publicado por
Carlos Martins
às
16:31
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Android Codebits D-Wave Glass Google Notícias Project Glass
2011/05/29
Primeiro Computador Quântico Vendido
Este tipo de computador utiliza conceitos radicalmente diferentes dos tradicionais, e utiliza um processador de 128-qubit (quantum bit) supercondutor (mantido a temperaturas próximas do zero absoluto) e que parece ser bastante eficiente para resolver problemas de inteligência artificial.
Essa complexidade é no entanto escondida dos utilizadores, que lhe podem aceder por meio de uma API que possibilita a sua utilização a partir de Python, Java, C++, MATLAB, etc.
O próprio Google tem colaborado com a D-Wave, e dá o exemplo de um algortimo quântico de pesquisa que será capaz de baralhar o nosso "pensamento linear":
Imagine-se que se esconde uma bola numa única gaveta num conjunto de 1 milhão de gavetas. Uma pessoa com (muita) sorte poderia encontrá-la logo na primeira gaveta que abrisse; outra poderia ter azar e só a encontrar depois de abrir 999 mil gavetas. Em média, seria necessário abrir 500 mil gavetas para encontrar a bola.
Com a computação quântica, é possível encontrar a bola abrindo apenas 1000 gavetas em média - um feito simplesmente "milagroso".
Num projecto mais prático que nos chega do Google, a computação quântica deste chips da D-Wave permitiu criar um sistema de identificação de automóveis, usando apenas fotografias de exemplos, de forma mais eficiente do que a conseguida com os sistemas tradicionais.
Estão a imaginar a complexidade de tal tarefa, de olhar para uma fotografia e saber se lá está um automóvel?
Por um lado, fico fascinado por estes avanços; por outro lado, dou comigo a recear um tal de "judgement day", em que as máquinas ganhem consciência e decidam que já não precisam de nós. :)
O comprador deste primeiro D-Wave One foi a Lockheed Martin, o que não ajuda nada a que esse pensamento se desvaneça... (não teria sido melhor ter ido para o Google, ajudar a classificar fotos do Streetview? ;)




















