2016/02/22

BQ apresenta o Aquaris M10 Ubuntu Edition


No outro dia falamos das intenções da Canonical em fazer do seu Ubuntu a plataforma de convergência entre mobiles e desktops, e aqui está o seu primeiro tablet: o bq Aquaris M10 Ubuntu Edition.

Embora não se trate de nenhum tablet revolucionário a nível de hardware, é bom ver que este Aquaris M10 chega-nos com características melhores que aquelas que tinham sido antecipadas. Nomeadamente, temos um ecrã de 10.1" que é de 1920x1200 (em vez de apenas HD), e acompanhado por um CPU MediaTek MT8163A quad-core, 2GB de RAM, 16GB + microSD até 200GB, câmaras de 8MP e 5MP, e bateria de 7280mAh. Tudo isto num formato com apenas 8.2mm de espessura e 470g de peso.

Mas, claro que estamos perante um tablet onde não é o hardware que é o ponto principal, mas sim o seus sistema. Ao se ligar o Aquaris M10 Ubuntu Edition a um teclado e rato, poderemos utilizá-lo em modo desktop num monitor externo, enquanto que no ecrã do tablet poderemos continuar a usá-lo em modo "mobile" como normal. Será que este Ubuntu conseguirá fazer aquilo que outros têm tentado, mas ainda sem sucesso "global"?

O Aquaris M10 Ubuntu Edition estará disponível em preto e será lançado durante o segundo trimestre de 2016.

3 comentários:

  1. Só é pena o processador ser Mediatek... tenho uma muito má experiencia com BQ + Mediatek...
    Despachei à 1 ano o meu BQ E5FHD, na altura o topo de gama da BQ e ainda hoje ainda não lançara o update para o android Lollipop, continua em desenvolvimento e sem data prevista de lançamento...
    O outro BQ que tenho, o M5 já recebeu 2 ou 3 updates, neste momento tem o android 5.1.1, mas já tem SoC Snapdragon, que pelos vistos é muito mais rápido para receber os updates...

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    1. Exactamente! Mediatek não, obrigado.
      Geralmente estes equipamentos tem um kernel e módulos fechados. Nem as marcas nem a mediatek tem por hábito disponibilizar o código fonte, e sem isso nem a CyanogenMOD nos safa.
      Não creio que mesmo sendo Ubuntu que as coisas mudem...

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  2. O que é pena são as apps. Como utilizador de linux à muitos ano e experimentalistas de outros SOs, não tenho dúvidas que o que faz um SO são as suas APPs e não o SO em sí.

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