2019/06/16

26% dos norte-americanos mais pobres já só acedem à internet via smartphone


Um relatório revela que nos EUA se começa a tonar bem claro o impacto que os rendimentos têm no acesso à internet, com 26% dos norte-americanos que ganham menos de 30 mil dólares por ano a já só acederem à internet a partir dos seus smartphones.

A internet tornou-se tão disseminada (e necessária: veja-se o número crescente de coisas que tem obrigatoriamente que ser feita através de serviços online) que por vezes corremos o risco de esquecer que é um serviço pelo qual temos que pagar. Mas, quando a falta de dinheiro aperta e há que reduzir os custos, uma parte significativa opta por abdicar da ligação à internet em casa e usar apenas o smartphone. Pelo menos é esse o panorama que o estudo da Pew Research revela.


Entre as pessoas com rendimentos inferiores a 30 mil dólares por ano, há 26% que apenas usam o smartphone para aceder à internet. E também curioso é que mesmo entre os que ganham entre 30 e 75 mil dólares, há 15% que também o faz.


Já no que diz respeito às ligações à internet em casa, passa-se exactamente oposto, 92% das pessoas que ganham mais de 75 mil dólares por ano têm internet em casa; 78% entre os que ganham 30 e 75 mil dólares, e - mesmo assim - ainda temos 56% entre os que ganham menos de 30 mil dólares.


Se tivessem que optar entre ter internet fixa em casa ou no smartphone (apenas uma ou outra), qual preferiam ter? Continuariam a preferir ter internet em casa, ou já não conseguiriam viver sem a internet no smartphone?

4 comentários:

  1. Pessoalmente vejo dois motivos pelos quais tenho internet fixa: está inserida num pacote com TV e telefone que aderi pelo simples facto de a TDT em Portugal ser a miséria que todos sabem e porque os tarifários de telemóvel em Portugal serem uma desgraça, para não dizer uma coisa pior pela questão custo/limites de dados. Se cumulativamente estas duas situações não se verificassem provavelmente só teria internet no telemóvel o qual usaria como "hotspot" quando fosse necessário em casa ou um cartão para um "router" a trabalhar com um tarifário móvel.

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  2. Tendo em conta o plafond de dados oferecido pelas operadoras móveis nacionais preferia ter internet fixa. Não sei quantos gigas dispõem os americanos, deduzo que seja como as bebidas no Mac, refill grátis, nesse caso podia usar o smartphone como hotspot móvel em casa.

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    1. Provavelmente utilizam sobretudo o wi-fi grátis de estabelecimentos comerciais

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  3. Smartphone sem internet não, preferia claramente a net móvel.

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