2020/11/18

Ecrã do iPhone 12 Pro Max bate 11 recordes da DisplayMate

O ecrã OLED do iPhone 12 Pro Max passa a ser o ecrã de referência nos smartphones, obtendo a melhor pontuação da DisplayMate e batendo 11 recordes.

Quando se pensava que os ecrãs dos iPhones já estariam num patamar suficientemente bom e poderiam estagnar, eis que se vem a descobrir que afinal ainda há margem para melhoramentos. Na análise ao ecrã do iPhone 12 Pro Max, o iPhone com o maior ecrã até à data, a DisplayMate ficou bastante agradada com o que descobriu.

Depois dos 8 recordes obtidos pelo ecrã do iPhone XS Max de 2018, e dos 9 conseguidos pelo ecrã do iPhone 11 Pro em 2019, o iPhone 12 Pro Max vai ainda mais além com 11 novos recordes:
  • Highest Absolute Color Accuracy (0.9 JNCD) – Visually Indistinguishable From Perfect.
  • Highest Image Contrast Accuracy and Intensity Scale Accuracy (2.19 Gamma) – Visually Indistinguishable From Perfect.
  • Smallest Shift in Color Accuracy and Intensity Scale with the Image Content APL (0.2 JNCD) – Visually Indistinguishable From Perfect.
  • Smallest Shift in Image Contrast and Intensity Scale with the Image Content APL (0.00 Gamma) – Visually Indistinguishable From Perfect.
  • Smallest Change in Peak Luminance with the Image Content Average Picture Level APL (1 percent) – Visually Indistinguishable From Perfect.
  • Highest Full Screen Brightness for OLED Smartphones (825 nits for 100% APL).
  • Highest Full Screen Contrast Rating in Ambient Light (172 at 100% APL).
  • Highest Contrast Ratio (Infinite).
  • Lowest Screen Reflectance (4.8 percent).
  • Smallest Brightness Variation with Viewing Angle (27% at 30 degrees).
  • Highest Visible Screen Resolution 2.8K (2778×1284) – 4K Does Not appear visually sharper on a Smartphone.

Na questão referente à ausência de modos de refresh rate mais acelerados, a DisplayMate diz que para a maioria das aplicações os 60Hz deverão ser suficiente. Ainda assim, a Apple bem que conhece as vantagens de passar os ecrãs para 120Hz - tal com o fez há anos nos seus iPad Pro. Esperemos que no iPhone do próximo ano todos estes recordes possam voltar a ser superados, e dessa vez também com a fluidez acrescida de ter o ecrã a funcionar ao dobro da frequência actual.

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