2017/01/15

Criador do Android prepara smartphone "next-gen" para 2017


Andy Rubin foi o criador do Android, mas há muito que estava afastado dos smartphones. Coisa que deverá mudar durante este ano, com o lançamento de um novo smartphone que promete fazer mexer o mercado.

Depois de ter criado o Android, Andy Rubin continuou a liderar o projecto na Google até abandonar essa posição no início de 2013, e no final do ano revelando que se iria dedicar à robótica. Posto que não manteve durante muito tempo, pois viria a anunciar a sua saída da Google um ano mais tarde (talvez já sinal de que a Google estaria a mudar de rumo e sem disposição para manter projectos paralelos, como os que tem cortado "a torto e a direito").

Era muita a curiosidade para saber o que ele iria fazer a seguir, e parece que este ano teremos esse desejo concretizado, com a chegada do primeiro produto da sua nova empresa Essential Products, que deverá ser um smartphone.

No entanto, é esperado que, vindo do criador do Android, este smartphone chegue com características inovadoras que permitam revolucionar o sector, quebrando o actual ciclo de melhorias que são apreciadas mas que nos deixam com a sensação que não há nada de novo e é sempre "mais do mesmo". A nível de hardware espera-se um smartphone de topo, com um design a condizer (e também apostando na ausência das margens), mas será no software e serviços que este smartphone essencial mais se poderá destacar, com uma forte aposta na inteligência artificial.

Vindo de quem vem, penso que seria um erro menosprezá-lo e dizer que não terá qualquer hipótese de competir com os gigantes que já dominam o mercado... Afinal, já vimos tombar no passado gigantes que se pensavam ser inabaláveis... e aquilo que acontece uma vez pode muito bem vir a repetir-se quando menos se espera.

1 comentário:

  1. Sem nunca menosprezar, acredito que este "next-gen" sairá como um modelo One Plus ou algo do género.

    Um smartphone vive sobretudo de Aplicações de terceiros, o software e os serviços que dispõe de raiz (ou os que estão em falta) é o foco. Mantive a filosofia de "mais do mesmo" em 2016, espero que 2017 seja o oposto.

    A titulo de exemplo, a inteligência artificial da Google poderia ser "espalhada" numa larga panóplia de Apps dos próprios e ajudariam os utilizadores nas suas funções/internações.

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