2017/08/16

Pixel 2 virá com margens sensíveis ao toque


Os rumores de que o próximo Pixel 2 iria sofrer de influências da HTC parecem ficar confirmados, com a referência de que um dos novos topo-de-gama da Google irá contar com as margens sensíveis ao toque, tal como acontece com o HTC U11.

Graças a informações derivadas da certificação na FCC, ficamos a saber que o Pixel 2 irá ter um "Active Edge" que permitirá lançar o Assistant quando se "espreme" o equipamento, à semelhança do que a HTC implementou no seu U11. Também fica descoberto que o modelo base deverá ter 64GB em vez de 32GB, e recorrer a um Snapdragon 835 - o que já seria esperado para qualquer topo de gama nesta altura.

Pessoalmente, parece-me que a aposta no "Active Edge" acabará por ser contraproducente, a começar pelo facto de que a Google se parece estar a deixar distrair por curiosidades em vez de se concentrar em disponibilizar uma experiência unificada de utilização. E sinal disso será esta funcionalidade estar disponível no Pixel 2 feito pela HTC, mas (ao que tudo indica) não no Pixel 2 XL feito pela LG. Isto, numa altura em que no Android ainda nem sequer se tem uma forma standard para suportar touchscreens com sensibilidade à pressão (como já se tem no iOS há alguns anos).

Parece-me que haveria coisas bem melhores em que apostar, do que numa funcionalidade que apenas estará disponível num dos seus topo de gama para este ano... (e mesmo que estivesse nos dois, também não me parece que fosse critério preferencial para ser incluído...)

1 comentário:

  1. Perfeitamente de acordo, já não basta o abandono dos nexus e as constantes incoerências do sistema ao melhor estilo do Windows 8. Temos a pesquisa Google com comandos por voz, depois o Google assistant, depois o controlo de voz do teclado, tudo segmentado. No que diz respeito também a funções como a sensibilidade à pressão, vemos os fabricantes a tomarem alguma iniciativa a criar serviços paralelos, com base em plataformas paralelas e vemos as últimas versões do Android a chegarem com pequenos refinamentos, a deixar de lado o essencial e disponíveis apenas para uma minoria

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