2018/01/27

Como trabalham os televisores? (em câmara lenta)


Hoje em dia podemos passar horas por dia a olhar para ecrãs, mas haverá quem ainda não faça ideia de como é que estes produtos geram as imagens que vemos. Felizmente, há quem se tenha dado ao trabalho de apontar câmaras de alta-velocidade para nos revelar os seus segredos.

Infelizmente - ou felizmente (dependendo da perspectiva) - os ecrãs CRT já são uma verdadeira raridade hoje em dia, o que é pena, pois são a tecnologia que mais surpreendente será de ver em funcionamento em alta-velocidade. Mais concretamente, irá surpreender muitas pessoas ao verem que aquela imagem que viam num monitor ou televisor era, na verdade, uma ilusão: pois efectivamente o monitor apenas ia iluminando uma linha do ecrã de cada vez, com a persistência do fósforo do ecrã (e dos nossos olhos) a criar a "imagem completa".

Com os LCDs as coisas simplificaram-se em termos de refrescamento de imagem, complicando-se em termos de processo de fabrico, ao ser necessário fabricar ecrãs com milhões de pixeis e subpixeis, em que nenhum deles pode falhar para criar uma imagem perfeita (num ecrã 4K estamos a falar de quase 25 milhões de subpixeis!)

Bónus para o facto do vídeo também nos mostrar a diferença entre os LCDs e OLEDs, demonstrando que mesmo num ecrã "preto" um LCD continua a deixar passar uma ténue luminosidade... enquanto que num ecrã OLED não há mesmo luz nenhuma, a não ser nos pixeis que estiverem iluminados - e que lhe dá aquele contraste a que ninguém fica indiferente.

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