2019/09/25

Maker Faire Lisbon 2019: Call for Makers [última chamada]


Sabendo-se que é tradição os portugueses gostarem de deixar tudo para a última hora, relembro que ainda vão a tempo de poderem participar na Maker Faire Lisbon como makers, mostrando os vossos projectos ou partilhando um pouco dos vossos conhecimentos.


A Maker Faire Lisbon está de volta

Este ano de 2019 assinala o ano do regresso da Maker Faire a Lisboa, após a sua última edição em 2017. O maior espetáculo de show & tell do mundo regressa à capital já nos dias 11 e 12 de Outubro, e terá como palco o Campus do Politécnico de Benfica do IPL (Politécnico de Lisboa).

A Maker Faire Lisboa é o maior evento deste tipo no país e reunirá durante um fim-de-semana, num único espaço, o maior talento dos makers nacionais. Todos os interessados em participar na edição de 2019 podem inscrever o seu projecto até ao dia 26 deste mês no website da Maker Faire Lisboa. Já os visitantes, poderão descobrir uma vasta mostra de invenções e projetos tecnológicos pela mão dos makers, participar em workshops e assistir a um concerto. O evento é de entrada livre.

Depois de ter tido como palco, durante três anos, o Pavilhão do Conhecimento, o evento anual de makers é agora promovido pelo FabLab Benfica da Escola Superior de Educação de Lisboa (ESEL). O FabLab Benfica é um dos 20 laboratórios de fabricação digital presentes em Portugal. O espaço, uma oficina de fabrico digital equipada com máquinas de utilização acessível, que permitem a impressão de objetos tridimensionais, o corte computadorizado de materiais, a realização de moldes e até a execução de trabalhos de eletrónica permitindo a concepção e prototipagem experimental de novos produtos e artefactos, eletrónicos ou não.

Organizada pela primeira vez em 2006, em San Mateo na Califórnia, a Maker Faire conta hoje com mais de 240 eventos espalhados por todo o mundo. O objetivo do evento é ser um espaço de crescimento da comunidade de makers, desde entusiastas da tecnologia a curiosos pela área, passando por artesãos, cientistas e mecânicos, sendo um local para troca de experiências e networking. O movimento Maker é relativamente recente em todo o mundo mas tem crescido exponencialmente nos últimos tempos e reflete uma tendência inquestionável: a vivência de um período de revolução.

A Maker Faire Lisboa está integrada nas actividades desenvolvidas no âmbito da participação do Politécnico de Lisboa na plataforma DDMP — Distributed design Market Platform.

6 comentários:

  1. Carlos, é óbvio que ninguém irá responder.
    Colocaste "última chamada" no título do artigo.
    Tens que colocar tudo em inglês.

    Se estamos em Portugal e se o evento se chama "Maker Fair" e se a tarefa é "call for makers" então é óbvio que as pessoas só levarão a coisa a sério se escreverem "last call", caso contrário, é óbvio que pensarão que isto só pode ser uma brincadeira...

    A mesma coisa ocorre se eu tentar comprar Cantarilho num qualquer supermercado moderno (ou até num desses restaurantes denominados "gurmê".
    Estamos em Portugal, e isso não será admissível.

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  2. Ah, e ainda bem que é em Lisbon!

    Se fosse em Madrid ainda poderiam ofender o pessoal...

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    1. Caro Vitor,
      Enquanto organizador compreendo, concordo e aceito as críticas. Não me querendo justificar, peço desculpa pelo mau jeito, somos poucos e não conseguimos traduzir a plataforma toda, acabando por usar Lisbon e Lisboa em simultâneo entre outras aselhices linguísticas. Garanto no entanto que não estamos a ser nada aselhas na organização, logística, conforto dos visitantes e expositores. É tudo gratuito e aberto. Vai ser um sucesso! Quanto ao nome, é uma marca, que licencia um modelo de trabalho, fornece uma plataforma e afins o que ajuda na nossa falta de tempo e enorme vontade de fazer! de novo as minhas mais sinceras e genuínas desculpas, esperando no entanto vê-lo por cá! Um abraço, André

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    2. André, esta minha crítica é para mim próprio também mas sobretudo para nós (povo português em geral) como totozinho que andamos a combater um suposto "assassino" da língua portuguesa (o chamado acordo) e depois (literalmente) deixamo-nos prostituir com a mais básica das "ofensas" ao nosso idioma.

      A crítica não é mesmo (não poderia ser NUNCA!) contra quer vós, a vossa iniciativa, o vosso trabalho, esforço, dedicação, etc.

      É uma crítica a todos nós como povo.

      Tenho seguido parte do vosso trabalho quer pelas divulgações do Carlos, quer pelas publicações nas redes sociais, e por vezes, vá, lá solta a tampa.

      Por exemplo, estou agora a recordar-me que, qualquer evento, por muito pequeno que seja, tem que ser chamado qualquer-coisa-em-língua-inglesa para poder ter (suposto) sucesso.

      Aqui no Algarve então... É uma "sunset party", é um "open market", ou até um "bio market" uma "beer fest" ou um "fest-qualquer" só porque festival, feira, festa ou fartazana é "foleiro"...

      Somos nós que não paramos de mostrar a quem nos vê de fora que somos, isso sim, totós até dizer chega.

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  3. Respostas
    1. Costuma ser "o dia todo". Mas deverão revelar em breve, a par dos registos para quem quiser visitar.

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