2020/05/26

Spotify lança nova ofensiva contra apps modificadas


Os utilizadores de apps modificadas para terem acesso ao Spotify Premium gratuitamente deverão preparar-se para nova ronda de contra-ataque por parte do Spotify.

Embora o Spotify disponibilize uma modalidade de acesso gratuito, os limites da mesma (qualidade reduzida, com publicidade, sem possibilidade de escolher exactamente a música que se quer ouvir, etc.) fazem com que continuem a haver muitas pessoas que procuram formas alternativas para acederem à versão premium mas sem pagar por isso.

Normalmente isso é feito através de apps modificadas, e são precisamente essas apps que voltam a estar na mira do Spotify, que avançou com novo pedido de remoção dos resultados no Google para sites e páginas, alegando violação dos direitos de utilização da marca e também por fraude.

Infelizmente, o panorama da pirataria (que continua a existir hoje, tal como existia há 10 anos, tal como existia há 20 anos, etc.) tem poucas probabilidades de ficar resolvido à custa de esconder resultados. Se assim fosse há muito que teria deixado de haver pirataria. Por muito que o Spotify queira dificultar o acesso a apps "pirata" com acesso premium, quem o quiser fazer continuará a fazê-lo.

Pessoalmente, sou um cliente pagante do Spotify mas ligeiramente "contrafeito". Pago porque acho que é uma forma de apoiarmos um dos poucos serviços europeus que faz frente aos gigantes norte-americanos; mas por outro lado acho que o preço é excessivo para o uso que *eu* faço dele - já que 90% das vezes ouço rádios ou playlists em random que poderia ouvir gratuitamente - e também não me agrada nada que agora esteja a apostar em apanhar podcasts com exclusividade, como o do Joe Rogan.

7 comentários:

  1. 11 euros para 6 pessoas, fica a 1,83€ por mês por pessoa.
    Isto é caro em que planeta?

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    1. Este comentário foi removido pelo autor.

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    2. Para uma pessoa que queira o serviço para si, um serviço singular, é caro. O que está a falar é outra história, dividir com vários amigos. Muita gente não quer dividir, quer ter a própria conta sem chatices de andar a "arranjar parceiros".

      Além do mais, isso que faz é ilegal. A Spotify tem o plano familiar que é para famílias residentes na mesma casa. Partilhar com amigos é contra as normas da empresa.

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    3. Exacto, usar um plano família para amigos que nem vivem na mesma casa é uma quebra dos termos e condições do serviço, é tão ilegal como a pirataria. O mesmo acontece com as pessoas que usam serviços VPN para aceder ao catálogo de filmes e séries dos EUA, estão a aceder a conteúdos para os quais a Netflix não tem direitos legais para exibir em Portugal. Atenção que eu não estou a defender as práticas da indústria nem a legislação actual, estou simplesmente a constatar o óbvio...

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  2. Pago 3,50€ por mês por ser estudante e vale bem a pena

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  3. Bem, para algumas pessoas, tudo o que não seja grátis, é caro... :-/

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  4. Eu pago pelo Spotify de boa vontade. Tem toda a música que quero ouvir, e sai bem mais barato que pagar por ela. Tenho musica no carro, no PC e no telefone, a toda a hora.
    Não sei quando custa um CD nos dias de hoje mas deve andar ali nos 17/18€(?). Ou seja pelo preço de 5 ou 6 CDs que compraria num ano (não fugia muito disso quando se pagava por essas coisas), tenho uma biblioteca de música imensa. E assumindo que ouço umas 30 a 40 horas semanais, é fácil justificar o preço imo.

    Sei que não tenho um produto, mas há muito tempo que os CD's de música não são mais que bocado de plástico, que nem "livrinho" trazem.

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