2020/08/04

Covid-19 fez aumentar venda de tablets


O impacto do Covid-19 e confinamento teve impacto em inúmeras áreas, e uma delas foi o aumento da venda dos tablets.

O segmento dos tablets tem um comportamento curioso, já que ao contrário do que habitualmente acontece com os smartphones, os utilizadores optam por mantê-los por muito mais tempo - normalmente até ficarem mesmo inutilizáveis (ainda recentemente um dos nossos leitores perguntava o que fazer com um iPad antigo, que já não permite instalar as apps mais recentes, mas que de resto permanece funcional). Pois bem, com o confinamento, houve mais pessoas a ficar em casa e a decidirem que um tablet seria uma excelente aquisição, talvez como forma de facilitar o acesso às aulas remotas por parte dos filhos; ou para eles mesmos se manterem em video-conferências sem ocuparem o seu computador principal.



Os cinco maiores fabricantes registaram um aumento na venda de tablets no segundo trimestre de 2020, com taxa de crescimento que foi dos 20% aos 53%. A Apple foi a que registou o menor crescimento de ano para ano, mas isso é compensado pelo facto de ser a marca que lidera confortavelmente o sector com os iPads, tendo vendido quase 15 milhões de unidades, o dobro do segundo classificado, a Samsung, que é seguida pela Huawei, Amazon e Lenovo.

Confesso que também eu acabei por dar mais uso ao tablet no período do confinamento (e digo isto sendo uma pessoa que não esconde que, habitualmente, pouco uso lhe dou, continuando a dar mais uso ao smartphone mesmo quando estou em casa), mas tendo o período terminado, também a utilização do mesmo regressou aos níveis anteriores.

E por aí, houve compra de tablets nesse período, como forma de servirem como "computadores baratos" para os mais pequenos?

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