2021/11/21

Como funciona um encoder de 1 pista

Quando há necessidade de saber em que posição está um objecto rotativo, podemos criar um encoder usando uma única pista.

Quando se quer criar algum projecto que envolve elementos rotativos - que pode ser algo tão simples quanto um relógio - há a necessidade de saber a posição em que estão os elementos, para que possam ser controlados devidamente. Há diversas formas de o fazer, mas uma das mais comuns passa pela utilização de um "encoder", capaz de reportar a posição do elemento a controlar. Existem diferentes tipos de encoders, mas uma das técnicas mais curiosas consiste na utilização de um sistema de pista única com vários sensores ópticos.

Embora uma opção mais simples de compreender passaria pela utilização de múltiplas pistas, resultando num código binário que representasse a posição, isso implicaria complexidade mecânica acrescida, com sensores em diferentes posições e necessidade de mais espaço ocupado no disco de codificação. Com um pouco de engenharia, isso pode ser convertido num sistema de uma única pista, criando um padrão apropriado e posicionando os sensores em locais que permitirão continuar a obter uma leitura que dá a posição exacta do elemento.


Existe ainda uma opção que pode ser usada se apenas se poder utilizar um único sensor, usando um codificação analógica, com uma pista que vá ficando progressivamente mais escura - do branco até ao preto - e utilizando-se uma leitura analógica, em que o nível de intensidade corresponde à posição. No entanto, isso fica mais sujeito a variações (de luminosidade) e obrigará a um sistema de calibração; por exemplo, fazendo uma volta completa ao disco, para obter as leituras do valor mínimo e máximo, e calcular a posição com os valores acertados.

1 comentário:

  1. Mais um para os favoritos, que ando a montar (devagar) uma estação meteorológica... Daria para fazer um "cata-vento" preciso e só gastaria mais 2 entradas que o típico com 4 sensores reed e um iman.

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