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2017/10/09
Notícias do dia
Microsoft reconhece que Windows 10 Mobile está "morto"; revisitamos o Mate 9 após um ano de utilização; a Netflix vai aumentar os preços em Portugal; o Ford Mustang de 2018 vem com "modo silencioso" para não incomodar os vizinhos; falamos do gateway e sensores Xiaomi para monitorizarem a casa a baixo custo; a Apple investiga iPhones 8 com bateria inchada; e a Cloudflare suspende sites que usam Coinhive para gerar Monero à custa dos visitantes.
Antes de passarmos às notícias, não se esqueçam que está a chegar ao fim o passatempo do livro FCA deste mês, dedicado ao Desenvolvimento de aplicações com Android Studio.
Pixel 2 vem com eSIM
2016/12/16
Alto da AOL adiciona Alexa e Slack ao email
Enquanto a Google pouco ou nada faz para melhorar o Gmail, outras propostas bastante atractivas vão chegando de outros lados, e até mesmo de uma improvável AOL, que agora nos apresenta um novo cliente de email que vale a pena experimentar: o Alto.
2013/11/08
AOL chateada por usarem os seus conteúdos ao abrigo dos Creative Commons
Quando alguém cria algo, está quase sempre e implicitamente protegido pelas leis dos direitos de autor. Mas por vezes queremos partilhar isso com outras pessoas, e isso pode ser feito em diferentes modalidades: podemos querer que alguém possa usar uma foto para o que bem entender; mas podemos também querer que seja apenas usada para uso pessoal, para que alguém não se lembre de vender e lucrar com a foto que tirámos, por exemplo.
2013/05/09
A Montanha Russa do Sucesso na Internet
Nada dura para sempre, e os "impérios" da Internet não são excepção. Este gráfico mostra a evolução dos clientes da AOL face aos clientes do Netflix na última década... e não poderiam ser mais elucidativos. Depois de ter mais de 25 milhões de clientes em 2002, a AOL foi perdendo clientela de forma constante ao longo dos anos - ao mesmo que tempo que cada vez mais utilizadores iam aderindo ao Netflix e dando uso às velocidades crescentes da internet para verem aquilo que querem, quando e como querem.
É fácil perceber-se o declínio da AOL, empresa que atingiu o seu pico máximo numa altura em que a internet era sinónimo de linha telefónica e modem, e onde o conceito de "banda larga" era coisa que se aplicava a quem tivesse dois canais RDIS agregados a debitar 128Kbps. Não admira portanto que naquela altura muitos considerassem loucura - ou impossível - que se viesse a utilizar a internet como forma de distribuição de filmes.
No espaço de uma década, olhe-se para o panorama actual... e veja-se o quanto as coisas mudaram: usar a internet para ver vídeo é das coisas mais comuns do dia a dia (o YouTube que o diga), as velocidades de acesso vão 20 aos 100 megabits (e mais) - sendo que até nos mobiles o 4G vai mostrando que é possível competir com as ligações por cabo/fibra.
A grande incógnita é tentar imaginar como as coisas serão daqui por mais dez anos. Será que teremos um Netflix que entretanto se tornou no maior serviço mundial de séries e filmes e com mais de 50 milhões de assinantes? Será que terá desaparecido, vítima de um qualquer outro novo serviço que actualmente ainda nem existe? Será que televisões, smartphones e tablets terão todos ficado obsoleto graças a novas tecnologias que nos permitem "ver" as coisas sem necessidade de ecrãs?... Quem sabe?...
Se for pelo lado mais conservador, parece-me que o Netflix tem um grande futuro à sua frente, à medida que vai chegando a mais países, e estando numa posição privilegiada para ser um dos primeiros distribuidores a poder fazer chegar aos clientes conteúdos em UltraHD, high framerate (HFR), e qualquer outro formato que actualmente não disponha de formatos físicos standard. No entanto, os grandes grupos não estão alheios a esse aspecto, e por isso se apressam também a criar os seus próprios "netflix" proprietários.
Com sorte... talvez daqui a 10 anos o DRM já tenha demonstrado (de forma bem clara) que não soluciona nada - pelo contrário, apenas coloca entraves à utilização legal dos ditos conteúdos - e em vez de nos tentarem impingir 1001 serviços para ver coisas de 1001 empresas diferentes, se possam ter lojas universais, com conteúdos que podemos usar em qualquer plataforma, sem receio de que a activação falhe, ou tenha sido ultrapassado o número máximo de utilizações, ou que o servidor de autenticação tenha sido desligado por se ter tornado obsoleto, ou outras coisas idênticas. Isso sim... é que era algo que eu muito gostaria de ver num gráfico em declínio como o da AOL, reflectindo os sinais do tempo.
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