2021/09/28

Notícias do dia

Ford recolhe Mach-E por risco de perder tecto em vidro; cabo submarino vai levar energia de Marrocos para o Reino Unido; iPad mini sofre de "jelly scrolling" (mas tem botões de volume adaptáveis à orientação); Brasil contra Apple e Samsung por não incluírem carregadores com os smartphones; e Londres dá mais um passo no sentido de se tornar um Big Brother total, com reconhecimento facial retrospectivo que pode identificar indivíduos ao longo de anos de gravações de vídeo.

Antes de passarmos às notícias do dia, temos novo passatempo gadget da semana que te pode valer um powerbank Ockred de 10000 mAh; participa e partilha.

Desmontagem do iPhone 13 Pro revela Face ID mais compacto

O site iFixit já dissecou o novo iPhone 13 Pro, revelando as novas câmaras, placa principal mais compacta, e também mostrando como a Apple conseguiu reduzir ligeiramente o característico notch. Nos iPhone 13 o notch mantém a mesma alturas mas é agora cerca de 20% menos largo, e isso foi conseguido através da combinação do módulo iluminador IR e projector de pontos do Face ID num único elemento.

Ainda assim, as diferenças não são tão significativas quanto as que se esperam para o próximo ano, com a troca do notch por um sistema de furo no ecrã (que sinceramente, não acredito que venha a acontecer tão cedo). Mas, a seu tempo, será uma inevitabilidade, e mais um trunfo que será usado pela Apple para garantir nova vaga de vendas recorde nos iPhones.


Google Meet com tradução automática

O Google Meet dá mais um passo no sentido de facilitar as videoconferências entre pessoas que não falem a mesma língua, activando a tradução das legendas automáticas.

O sistema parece saído dos filmes de ficção científica, em que por artes mágicas existem tradutores que permitem falar com todas as espécies extra-terrestres de forma quase imediata; embora aqui se aplique apenas a línguas terrestres, como o Inglês, Espanhol, Português, Francês e Alemão - e arrisco-me a dizer que por português se referem a português do Brasil. Mas, por agora, também estará limitado aos utilizadores Google Workspace Business Plus, Enterprise Standard, Enterprise Plus, Education Plus, e Teaching & Learning Upgrade; pelo que ainda não poderá ser utilizada pelos utilizadores com contas normais.


Android 12.1 optimizado para foldables

O Android 12 ainda não foi lançado oficialmente mas a Google já trabalha num Android 12.1 cuja principal característica será um suporte melhorado para os equipamentos foldable cujo ecrã se possa expandir. Uma versão que se torna curiosa, pois o Android foi durante muito tempo criticado por não se preocupar com o formato tablet com ecrãs grandes - e agora acaba por fazê-lo, por intermédio do ecrã "desdobrado" dos foldables.

A maioria das alterações do Android 12.1 acabam por ser precisamente tirar um melhor partido de um ecrã mais alargado que o ecrã dos smartphones tradicionais, o que acaba por ser o tipo de coisa que também beneficiará a utilização dos Android nos tablets, mesmo que não sejam de dobrar. Mas dá que pensar em como as coisas poderiam ter sido, se o Android tivesse prestado a devida atenção ao suporte para tablets há alguns anos.


Google Docs com imagens em watermark

Foram precisos 15 anos, mas o Google Docs vai finalmente permitir a criação fácil de watermarks ("marca de água")- imagens que permitem marcar páginas de documentos, ficando por trás do texto, sendo frequentemente usadas para colocar logotipos das empresas - e que até agora obrigavam a um processo complicado para serem replicadas no Google Docs.

Agora, criar uma watermark será tão simples quanto escolher uma imagem e o nível de transparência, e já está. E, para facilitar ainda mais a vida aos utilizadores, isso também funcionará com a importação e exportação para ficheiros do MS Word. A parte negativa é de que, por agora, parece ser uma funcionalidade reservada aos utilizadores Google Workspace, não se sabendo quando é que poderá chegar aos utilizadores com contas individuais da Google.


Curtas do dia


Resumo da madrugada



Curiosidade do dia: Embora os comboios de alta-velocidade remontem a 1964 com o Tōkaidō Shinkansen japonês, na Europa foi preciso esperar até 1981 para que em França fosse lançado o TGV (Train a Grande Vitesse), que em 2007 atingiu um recorde de velocidade de 574.8 km/h.

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