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2018/10/22

Instalação de apps Android offline via P2P chegam à Play Store


A Google já começou a tirar partido da capacidade de instalação de apps Android via P2P em modo offline, de forma oficial.


2016/02/08

Hangouts passam a usar ligações peer-to-peer (P2P)


Os utilizadores do Hangouts do Google poderão começar a notar uma melhoria da qualidade do som e vídeo nas suas chamadas, graças às ligações P2P.


2015/03/21

Popcorn Time aposta no P2P total para se tornar "invencível"


O Popcorn Time fez enorme sucesso desde o seu nascimento, facilitando o acesso a todo um conjunto de filmes, em alta-definição, e logo foi alvo da ira dos estúdios e entidades anti-pirataria, que continuamente o perseguiram. Mas o serviço continua vivo - com outros developers - e promete para breve uma actualização que o tornará "invencível".


2014/04/29

Notícias do Dia

Novos MacBook Air são melhores e mais baratos; espreitamos o FacesIn, uma app nacional que te mostra por onde andam os teus contactos de diversas redes sociais; a Apple reconhece defeito de origem no botão de power do iPhone 5 falhas; o Google prepara-se para levar o "Ok Google" a todo o lado; a Samsung revela o seu Galaxy K Zoom com zoom óptico de 10x e 20.7MP; como seria viver com lag na vida real; e vimos como o carro sem condutor do Google já se sente à vontade na complicada condução citadina.

E uma vez que não gostámos de vos deixar sem prendas, já temos a decorrer um novo passatempo que desta vez vos dá a possibilidade de ganharem um mini router portátil Kingston MobileLite.

Seguem-se agora as notícias do dia:


Samsung oferece filmes Ultra HD a quem comprar TVs 4K


Nos EUA a Samsung está a apostar numa nova forma de convencer os potenciais clientes a investirem num televisor Ultra HD, oferecendo uma selecção de filmes e documentários em 4K. Uma técnica que me faz recuar aos tempos iniciais dos DVDs, e onde a compra de um leitor DVD era também acompanhado pelo facto de ainda não haver muita coisa para ver... e isso fez-me, na altura, optar precisamente por um pack que para além do leitor vinha acompanhado por cerca de 30 filmes, que garantiram que tivesse bastante com que me entreter durante os primeiros tempos (e maravilhar-me com a "fantástica qualidade" que os DVDs ofereciam face aos velhinhos VHS).

... E parece que fiz bem em deixar passar a moda dos BluRay (em parte devido à estúpida guerra HD-DVD/Bluray), passando assim directamente para o formato Ultra HD - embora numa primeira fase, tal como aconteceu com os Bluray, provavelmente teremos que lidar com muitos conteúdos que são meros "upscale" de conteúdos HD.



2014/04/17

Notícias do Dia

Chrome Remote Desktop chega ao Android; as RiftCycles do Codebits continuam a fazer sucesso na internet; o Eye-Fi passa a ter serviço de backup ilimitado de fotos; os sistemas de visão vão melhorando, e o Google tem um que já consegue decifrar 99% dos reCAPTCHAs; a Sony voltou a baixar o preço dos televisores Ultra HD; mais fotos do painel frontal do suposto iPhone de 4.7"; o Galaxy S5 também se deixa enganar por impressões digitais falsas.


Seguem-se as notícias do dia:


Apple vai adicionar reconhecimento de músicas ao iOS?


Parece que a Apple quer facilitar o processo de reconhecimento de músicas no iOS, e vai integrar as funcionalidades do Shazam no sistema. O Shazam e Soundhound são duas das apps mais populares e que se recomendam em qualquer smartphone para reconhecer músicas, bastando para isso deixá-las "escutar" alguns segundos. O Google já adicionou uma funcionalidade idêntica ao Google Now, e agora parece que a Apple se prepara para fazer o mesmo.

Sinceramente, preferia que deixassem que os developers integrassem as suas apps com a Siri, de modo a que um comando do tipo "Que música é esta?" desse uso a uma das apps instaladas que fornecesse este serviço, e que fosse ao gosto do utilizador.


2013/02/17

Condenações por Partilha de Ficheiros violam Direitos Humanos


O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos deliberou que as condenações por partilha de ficheiros são uma violação dos direitos humanos; uma decisão que - espero eu - deverá servir como enorme alerta para que todos parem para pensar.

O direito à partilha da cultura e conhecimento é um direito fundamental consagrado na convenção europeia dos direitos humanos, e passa a estar reforçado por esta decisão, impossibilitando que haja condenações na Europa pela simples partilha de ficheiros. Mas não se pense que isto é uma "carta branca" para a pirataria, já que se tratam de situações complexas, e existem situações de excepção caso sejam cumpridos três factores: de que o veredicto seja necessário para uma sociedade democrática, que esteja definido na lei, e que se pretenda atingir um fim legítimo.

Se no caso do copyrights isso já está definido na lei, e o do "fim legítimo" será algo que se poderá discutir à exaustão, restará aos futuros acusadores dos que partilham ficheiros a tarefa de demonstrar que o acto de partilhar conteúdos seja um ataque à sociedade democrática. Como é referido no artigo, será interessante ver como um mãe que tenha partilhado um CD com os amigos; ou uma miúda de 9 anos que tenha feito um download; serão um "ataque à democracia".

Vamos lá ver quais serão as implicações a médio/longo prazo desta deliberação... e esperemos que o resultado seja a mudança da lei do copyright, e não a mudança dos direitos humanos!

2012/09/26

Downloads de Filmes e Músicas é Legal diz Ministério Público


É uma medida que quase parece surreal, simplesmente por ir de encontro aos desejos da maioria dos portugueses - ou melhor dizendo - da prática comum e desenfreada que se tornou o download de filmes e músicas da internet por via das redes de partilha P2P, para uso privado.

No seguimento da queixa feira pela ACAPOR (Associação do Comércio Audiovisual de Obras Culturais e de Entretenimento de Portugal) de 2000 internautas há cerca de um ano, publicitado com muito alarido como sendo o início de uma nova era de caça aos "piratas", o DIAP (Departamento de Investigação e Ação Penal) vem agora dar a conhecer as suas conclusões com um despacho que não poderia ser mais antagónico para as pretensões da ACAPOR, concluindo:

Acresce que, do ponto de vista legal, ainda que colocando-se neste tipo de redes a questão do utilizador agir simultaneamente no ambiente digital em sede de upload e download dos ficheiros a partilhar, entendemos como lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado - artº 75º nº 2ª) e 81º b) do CDADC, - ainda que se possa entender que efetuada a cópia o utilizador não cessa a sua participação na partilha.

Quanto à questão de tal poder ir contra Código de Direitos de Autor e Direitos Conexos (CDADC), relembram também que a defesa destes interesses deve ter em conta "o direito à educação, à cultura, da liberdade de ação no espaço cibernáutico (sic), especialmente quando tal liberdade se cinge ao individual nada se relacionado (sic) com questões comerciais, com o lucro de atividade mercantil". Ou seja, aquilo que muito era frisado que, uma coisa é entrar em esquemas de pirataria onde se visa lucrar com o trabalho dos outros, outra coisa é a simples partilha sem intuito comercial.

O mesmo despacho refere ainda a impossibilidade de se querer associar um endereço IP a um "culpado", e critica igualmente a forma como a ACAPOR lidou com o processo, referindo que a mesma não apresentou qualquer documento comprovativo de que os autores das obras proibiram expressamente a sua disponibilização pública - sendo que só nesse caso se poderá considerar crime a sua partilha pública.


Entretanto, a ACAPOR já terá reagido, solicitando a nulidade do inquérito, e dizendo que isto resulta apenas da falta de vontade do Ministério Público em não ter que realizar as 2000 investigações necessárias para este processo.


Mesmo sendo um despacho polémico (e histórico?), não deixa de ser um pouco ridículo que - em vez de se preocuparem em arranjar formas de capitalizar e ganhar dinheiro satisfazendo uma necessidade que este novo mercado digital tem (as pessoas querem ver os conteúdos, o mais rapidamente possível após a sua disponibilização, seja lá em que parte do mundo estiverem) - os ditos protectores dos artistas (ou pelo menos de alguns - uma minoria, talvez, quem sabe?) continuam a insistir na mesma tecla de sempre, da perseguição e repressão, de algo que nunca conseguirão fazer terminar.

Querem acabar com a pirataria e a partilha em larga escala? É simples... arranjem formas legais que sejam ainda mais atractivas que a facilidade das tais partilhas gratuitas que tanto odeiam. E isto significa igualmente: não tratar um cliente comprador como um criminoso em potencial, fazendo-o gramar com avisos e mais avisos do FBI e sei lá que mais, antes de poder ver um filme; não infectar os conteúdos com DRM que depois impossibilitam que se possa usufruir desses conteúdos onde e como se quiser; e outras coisas que tais.

Abram os olhos... Se até o Ministério Público chegou a esta conclusão, que mais esperam conseguir ao manter a cabeça enterrada na areia? (Se calhar querem um sustento caído no céu, tipo a tal taxa por Megabytes de armazenamento, não?)

[via exameinformatica]

2012/05/18

Pipe - Partilha de Ficheiros P2P via Facebook


Mais um exemplo que nos vem relembrar que, com tanta tecnologia que temos à disposição, muitas vezes as coisas mais simples continuam a ser das mais "complicadas" de fazer. Por exemplo, estão a falar com um amigo no Facebook... e querem enviar-lhe um ficheiro.

Lá terão que ir ao email e enviar o respectivo ficheiro como anexo; ou dar uso a um qualquer serviço de envio na net (e esperar que a privacidade do mesmo não seja comprometida); ou usar os serviços "na cloud" como o Dropbox ou... muitos outros sistemas. Mas todos eles representando complexidade acrescida para algo que deveria ser "fácil".

E é precisamente essa facilidade que este Pipe quer trazer aos utilizadores do Facebook. Inspirados pelos tubos dos jogos do Super Mario, onde o nosso herói pode viajar rapidamente de um lado para o outro entrando num lado de um tubo e saindo no outro lado; este Pipe permite que rapidamente enviem um qualquer ficheiro para outro utilizador do Facebook simplesmente arrastando-o para o "tubo" no ecrã.

As questões da privacidade e segurança são ultrapassadas, uma vez que o serviço não recebe os vossos ficheiros. A transmissão é feita directamente do vosso computador para o computador de destino (o chamado Peer to Peer, ou P2P) - usando o  Adobe Real Time Media Flow Protocol (em Flash) - e com os dados encriptados.

Parece ser uma boa forma de enviar ficheiros rapidamente... só falta que o Pipe fique efectivamente disponível para o público.

2012/03/09

Space Monkey - Um Dropbox P2P


A decisão entre a escolha de armazenamento local - rápido e eficaz, mas sujeito a problemas em caso de avarias, obrigando a backups - ou na cloud - teoricamente seguro contra todos os riscos, mas correndo o risco de um dia estar o serviço em baixo, ou estarem sem ligação à internet - é algo que atormentará muitos utilizadores.

Soluções como o Dropbox juntam ambas as vertentes, disponibilizando cópias na cloud do vosso armazenamento local (e sincronizando-os entre vários sistemas), mas necessitam de uma infraestrutura e armazenamento sempre crescente para fazer face às necesssidades dos utilizadores.

A Space Monkey pensa ter encontrado a solução ideal: uma mistura de um disco externo local com uma cloud partilhada entre todos os utilizadores via P2P.

Fisicamente, trata-se de um disco de 1TB semelhante a qualquer outro, com todas as vantagens do acesso imediato aos dados. Só que ao contrário de um simples disco, os vossos conteúdos são divididos em blocos encriptados que ficam também armazenados nos discos de outros utilizadores. A Space Monkey diz que seria necessário que mais de metade dos utilizadores falhasse para que os vossos dados não estivessem disponíveis.

Trata-se de um serviço pelo qual pretendem cobrar $10 mensais (sem custo adicional pelo drive).

Imagino que internamente este disco de 1TB seja na verdade de 2TB ou 2.5TB, com o espaço extra a servir para guardar os dados relativos a outros utilizadoress - e para dizer a verdade, é um sistema que há anos venho a defender que deveria ser utilizado pelos operadores de TV por cabo. Cada uma das "boxes" dos operadores poderia reservar uns gigabytes para fazer algo deste tipo, e assim permitir a distribuição de conteúdos on demand com menor peso nos servidores centrais, para além de resolver o problema actual da perda dos conteúdos gravados na box de um cliente quando esta avaria... Mas... eles lá saberão que tipo de sistemas utilizam e quais lhes oferecem maiores vantagens...

2010/06/13

P2P: Equivalente Moderno a "Emprestar Livros"


Não há dúvida que Espanha está a tornar-se num incómodo pólo que leva a liberdade e partilha de informação bem a sério - e que por este andar, qualquer dia é invadida pela MPAA/RIAA e outros que tais!

Num caso que já se vem a arrastar desde 2005, os juízes espanhois chegaram a uma deliberação final onde equiparam a partilha de conteúdos nas redes P2P ao costume ancestral de "emprestar livros".

Algo que eu sempre disse desde o início dos conteúdos digitais, mas que é sempre bom ver repetido por alguém que tem "influência judicial".

Era tempo das entidades já terem aprendido! Já se queixaram do mesmo "fim-do-mundo" em múltiplas ocasiões: o aparecimento da rádio, dos gravadores de cassetes, dos gravadores de vídeo, os gravadores de CDs, os gravadores de DVDs, etc. etc.
Todos eles iam ser "terríveis"... e na realidade viu-se que o efeito foi exactamente o oposto.

Ainda assim, continuam a investir milhões em formas de prejudicar o acesso aos conteúdos: com sistemas anticópia completamente ineficazes que apenas servem para angustiar os clientes que legalmente os adquirem.

É tempo de abrirem os olhos para o novo mundo em que vivem. Enquanto houver pessoas haverá quem queira partilhar as coisas que gosta!

A única solução é fazer com que a aquisição de qualquer produto ou conteúdo se torne tão atractiva que os potenciais clientes sintam que o devem fazer. Se assim não for, não me parece que seja a perseguição indiscriminada de quem tenha feita um download da internet que vá acabar com o "problema".

2008/05/30

P2P Mais Eficiente: P4P

Numa altura em que a Alta-Definição está na moda, e a distribuição de conteúdos pela Internet tem um papel cada vez mais fundamental, ainda bem que há quem esteja preocupado em tornar mais eficiente a partilha de informação.

Se o P2P tradicional veio revolucionar o método de transferência de ficheiros, permitindo reduzir custos e chegar a milhões de utilizadores sem serem necessários servidores monstruosos, o P4P vem agora acrescentar mais eficiência ao processo.

E sem dúvida que os ISPs vão agradecer.

O novo P4P priveligia as ligações entre peers que se encontrem na mesma área, aumentando as velocidades de transferência e reduzindo os custos ao ISP, que vê as comunicações para fora da sua rede reduzidas drasticamente.

"Poupar dinheiro" - ora aqui está um dos poucos motivos que fará com que os ISPs se interessem por isto!

via [DailyTech]

2008/03/14

P2P Vira P4P

Agora que quase toda a gente já sabia (ou tinha uma ideia) do que é o P2P, eis que chega o P4P para ajudar à festa.

Este P4P (Proactive network Provider Participation for P2P) vem evoluir o conceito de P2P e ajudá-lo a ser mais eficiente. Se os protocolos P2P actuais são uma dor de cabeça para os operadores, mas é certo e sabido que estes protocolos vao ter um papel cada vez mais importante na transferência de grandes quantidades de dados por milhões de cliente, então - em vez de lhes dificultar a vida - porque não ajudá-los a ser ainda mais eficientes?

Com o P4P, é utilizada informação sobre o estado da rede, de forma a optimizar as ligações entre os peers, resultando em velocidades maiores e menor sobrecarga da rede (o que significa também custos reduzidos para os operadores.)

Até que enfim que alguém se preocupa com o ponto fulcral da questão... não se pode querer oprimir um serviço com base de que ele pode ser usado para fins ilegais: senão, deixem de fabricar armas, martelos, facas, e tudo o mais que quiserem imaginar...

via [ArsTechnica]

2008/02/08

Hoje é Dia de Amarelo

Na Suécia, hoje é dia de usar amarelo.

Quem convocou as tropas foi Peter Sunde (mais conhecido pelo seu nickname Brokep) do conhecido site PirateBay.

Em preparação para o caso que irá ser resolvido em tribunal, quanto à legalidade ou ilegalidade de um site poder disponibilizar links que possivelmente dão acesso a conteúdos copyrighted, foi organizado um evento que pede aos apoiantes que usem amarelo durante o dia de hoje.

O evento foi anunciado no groupo do Facebook “Free The Pirate Bay” em “wear yellow for sharing” que decorre durante o dia de hoje.

(E basta darem um salto ao ThePirateBay para verem que eles não se esqueceram! ;)

2008/02/04

Itália Legaliza Partilha de Música via P2P

Não devia ser bem isto que eles tinham em mente, mas...

Em Itália aprovaram uma lei que permite a partilha de música através da Internet (nas chamadas redes Peer-to-Peer/P2P) desde que seja sem intuito comercial e que a música esteja "degradada".

Ora, o pequeno pormenor que parece ter escapado aos políticos que criaram a lei (e a aprovaram) é que o habitual formato MP3 é um formato "degradado" um vez que introduz compressão com perda de partes do sinal original.

Esta lei restringe a sua aplicação para usos "educacionais e científicos", mas sem dúvida que tornará mais difícil a criminalização do download de músicas pela internet.

2008/01/24

Paulo Coelho Apoia a Pirataria

É caso para dizer: E esta, hein?

Paulo Coelho, o famoso autor do best-seller "O Alquimista", está a usar o BitTorrent a par de outras redes de partilha P2P como forma de promover os seus livros.

Como os seus editores não estavam dispostos a fazê-lo, Paulo Coelho decidiu meter mãos à obra e colocar ele próprio os seus livros na internet. Segundo ele, permitir que as pessoas partilhem livremente cópias digitais dos seus livros apenas serve para aumentar as vendas.

Numa conferência que deu em Munique, ele descreve como essa medida serviu para aumentar as vendas na Rússia. De 1000 livros vendidos por ano, rapidamente chegou a mais de 100,000 por ano.

Dou ao leitor a possibilidade de ler os meus livros e decidir se os quer comprar ou não.

Para o efeito até criou um site: The Pirate Coelho. onde disponibiliza todos os seus livros.

O problema actual prende-se com as leis de direitos de autor, que obrigam a que ele obtenha a permissão dos tradutores para disponibilizar os livros livremente - o exemplo perfeito de como as leis actuais estão completamente obsoletas.

Mas vejam o vídeo, onde ele diz claramente o que pensa de tudo isto:




[Video]

Aqui está o exemplo de um autor de renome que se recusa a ficar acorrentado a métodos pré-históricos de distribuição, e abraça as novas fronteiras de braços abertos: ganhando dinheiro com isso!

via [TorrentFreak]

2008/01/23

Como Reduzir a Pirataria

Assim é fácil, barato, e poupa milhões.

Em vez de se imporem DRMs estúpidos que apenas servem para hostilizar os consumidores, a própria MPAA (os fanáticos que andam a perseguir todos os que façam download de um filme na internet) admitiu que: MENTIU!

Bem, claro que era bom demais eles dizerem isso, pelo que usaram um sinónimo mais simpático: Enganaram-se, dizem eles.

Num estudo encomendado por eles em 2005, a MPAA (Motion Picture Association of America) anunciou que 44% dos prejuízos causados à indústria eram derivados do download ilegal de filme por estudantes universitários - que por vezes usam as redes de alta velocidade das universidades para esse efeito.

Ora, imeditamente usaram este estudo para iniciar uma "caça às bruxas" pedindo às Universidade que implementassem medidas "hitlerianas" para prevenir todo e qualquer download de conteúdos "protegidos".

Agora, passados 3 anos, vêm dizer que afinal houve um erro no estudo, e que afinal o número será na ordem dos 15%. (devem-se ter enganado numa vírgula... digo eu)

Isto aliado ao facto da maioria dos estudantes (80%) viverem fora das Universidades e usarem as ligações à internet em sua casa para este tipo de downloads, aponta para que as Universidades sejam efectivamente responsáveis por apenas 3% dos prejuízos... um valor bastante diferente do inicialmente publicado.

Com estes novos dados, fica claramente provado que, quaisquer medidas que sejam implementadas nas Universidades, mesmo que sejam eficientes (e admitindo que não prejudicam usos legais) terão um impacto bastante reduzido na Indústria.

Eu só me interrogo, quantos mais erros andarão por aí, em estudos que apontam a Internet como causa de todos os males?...

[AP]