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2021/12/31

Adeus 2021 - Olá 2022

Estamos prestes a entrar em 2022, mas as expectativas de que este ano significasse o regresso à normalidade estão a ser afundadas mesmo nos últimos instantes.


2020/12/31

Adeus 2020 - Olá 2021

Estamos nos momentos finais de 2020, um ano que irá ficar para a história, mas não pelas melhores razões - restando-nos esperar que 2021 marque o início do regresso à normalidade pré-Covid-19.


2020/01/01

O que a década de 2020 trará?


Estamos a entrar numa nova década, e por isso torna-se "necessário" fazer uma espécie de previsão sobre o que eventualmente poderemos aguardar para os próximos dez anos.


2018/01/02

2077 - 10 Segundos para o Futuro estreia hoje na RTP

Estreia hoje na RTP a série documental 2077 - 10 Segundos para o Futuro que aborda as questões de como poderá ser o mundo daqui por 60 anos. Fomos convidados para a apresentação desta série, e o meu amigo Manuel Reis conta-nos o que poderemos esperar dela.



2017/10/29

LeasePlan mostra o futuro dos automóveis


Muito se tem falado sobre o impacto que os carros autónomos irão ter na sociedade, e a LeasePlan criou um fantástico spot publicitário onde aborda essa questão, lembrando que no futuro o essencial é que qualquer pessoa possa ter acesso ao carro que precisa, em qualquer local, a qualquer momento.


2015/10/17

LG imagina o futuro transformado pelos OLED


A LG é uma das empresas que mais tem apostados nos OLED, e em jeito de antecipação e inspiração para o que esta tecnologia nos poderá permitir no futuro, criou um video que visualiza essas intenções.


2015/03/01

Microsoft mostra-nos a sua visão do futuro para os próximos anos


Para que no futuro se tenham coisas "futuristas" é necessário que primeiro alguém as imagine e sonhe com elas, e que isso sirva de inspiração para criar tecnologia capaz de as tornar realidade. A Microsoft mostra-nos um desses sonhos, daquilo que imagina ser possível dentro de 5 a 10 anos.


2015/02/08

O futuro previsto por Arthur C. Clarke em 1976


O futuro pode ser uma coisa maravilha e também assustadora, e nada inspira mais a nossa imaginação do que tentar prever como será o mundo daqui por umas dezenas de anos. Da mesma forma, é interessante espreitar as previsões feitas no passado, para sabermos o que se concretizou... ou não.


2015/01/01

O "futuro" que se tornou realidade em 2014


Muitas vezes estamos tão concentrado nas coisas que esperamos ter no futuro, que nem temos a percepção de tudo o que já foi conseguido "no presente". Em 2014 temos inúmeras coisas que se tornaram possíveis, e que poderia ser consideradas ficção científica... agora tornadas realidade.


2014/01/03

O ano de 2014 imaginado por Asimov há 50 anos


Hoje em dia nem me arriscaria a fazer uma previsão de como o mundo será daqui por 5 anos, quando mais arriscar como ele será daqui por 50 anos. Mas em 1964 foi precisamente o que Isaac Asimov fez, e surpreendentemente... acertou em muitas coisas (bem mais do que as que provavelmente conseguiríamos adivinhar para 2064! :)


2013/12/21

5 Previsões da IBM para os próximos 5 anos


A IBM aproveitou o fim deste ano de 2013 para partilhar connosco cinco previsões para o que se tornará realidade daqui por cinco anos. Um futuro onde tudo será mais eficiente e personalizado em função das necessidades de cada pessoa - deixando que a tecnologia seja um elemento facilitador e não uma barreira.



2013/03/01

Um iPhone que se Antecipa ao Utilizador?


Há mais de uma década que nas minhas discussões sobre o sistema operativo ideal digo que o sistema deveria antecipar-se ao que o utilizador quereria fazer, de forma a que a utilização de uma máquina fosse o mais instantânea possível (na altura chamava esse sistema operativo milagroso de Instant OS, mas entretanto o nome já foi apanhado pela Splashtop). Por exemplo, quando movimentam o rato para clicar num icon, nas fracções de segundo em que o rato já está situado em cima de um icon mas antes que cliquem para o executar, já o computador deveria ter a obrigação de começar a pré-carregar o programa em memória para que fosse mais rápido a iniciar.

Não sei se alguma vez teremos um sistema operativo instantaneo que não nos faça esperar mais que poucos centésimas de segundo a tudo o que fizermos, mas a Apple está a trabalhar num sistema de identificação de situações que poderá antecipar-se ao que o utilizador quer fazer.

Como todas as patentes, nada nos garante que isto alguma vez se venha a concretizar, mas a ideia é que um equipamento esteja "consciente" do ambiente em que está, e possa prever aquilo que o utilizador deseja fazer. Por exemplo, ao tirar o telemóvel do bolso e se estivermos num ambiente escuro, um iPhone poderia activar automaticamente o modo de silêncio; de manhã, podia automaticamente desligar o modo silêncio assim que detectasse movimento e estivesse luz suficiente.

Todas estas acções e reacções poderiam ser configuradas, de forma a combinar-se os vários inputs. Levando o conceito ao limite, poderíamos fazer coisas como: se estiver na localização X, a hora Y, com o iPhone parado, e com tal nível de luminosidades, então faz isto ou aquilo.

Por enquanto ainda parece ser algo muito complicado, mas penso que será algo que eventualmente se tornará natural e indispensável para a utilização de equipamentos sem que tenhamos que recorrentemente repetir sequências que acabam por nos dar mais trabalho para utilizar algo que nos deveria simplificar a vida.

2013/02/18

Protótipo de Smartphone Transparente


Ainda no outro dia falávamos de um iPad transparente idealizado por um designer português, e eis que a Polytron parece ter tido ideia idêntica, apresentada já sob a forma de protótipo de um smartphone transparente.

No entanto, não fiquem já com demasiadas esperanças, já que este protótipo pouco mais é que um modelo que indica o objectivo que procuram atingir, não contendo ainda nenhum hardware funcional (e estando ainda muito longe disso). Aliás, nem se percebe bem porque motivo meteram lá para o meio as baterias e o microSD (não transparente) e não meteram também um microSIM, por exemplo, ou tudo o resto que ainda não é possivel fazer "transparentemente" - e faltará depois resolver a questão do sensor da câmara (que também não poderá ser transparente, ou ficar exposto à luz "por todo o lado").

Enfim... todos sabemos que é preciso sonhar. Mas infelizmente neste caso, parece-me que o sonho de se ter um smartphone ou tablet transparente é algo que por agora permanecerá mais próximo do "sonho" do que da "realidade".

2013/01/14

O fim dos "Gigahertz" e "Gigabytes"


Se há coisa que todos já devem ter reparado, é que a tecnologia tem avançado a um ritmo alucinante. A maioria das pessoas já terá a perfeita noção de que quando compra um smartphone ou tablet (ou outros), o mais certo é que em poucas semanas ou meses sairá um novo modelo, melhor e mais veloz...

Mas, tal como já sucedeu noutros equipamentos, aproximamo-nos de um ponto em que a tecnologia se torna suficientemente capaz para que se torne irrelevante falar dos CPUs e GPUs e RAM e coisas que tais. Se já nos acompanham há algum tempo saberão que eu sou pouco apologista de usar esses números para avaliar um produto: sendo que o mais me interessa é saber se o resultado final é satisfatório para um cliente final ou não. Não me aflige saber que lá dentro temos um modesto CPU a 500Mhz, se ele se comportar bem - nem tão pouco saber que tem um quad-core a 2Ghz, mas depois "engasgar-se" no browser, por exemplo.

Mas, como este artigo refere (e por cá já o dissemos várias vezes)... também noutros tempos a compra de um automóvel obrigava a um conhecimento técnico sobre todos os seus componentes mecânicos, e actualmente chegamos a um ponto onde é mais provável alguém escolher o seu futuro automóvel em função do sistema de navegação ser compatível com o seu smartphone do que saber se o motor tem 3 ou 4 cilindros, 8 ou 16 válulas - assim como o muito importante aspecto de "é deste que gosto".

Em breve será mais que certo que a compra de um smartphone ou tablet será uma coisa feita principalmente "por gostarmos dele", e não nos interessando particularmente se lá dentro está um CPU dual-core ou quad-core. Sim, continuará a haver sempre quem se interessa por saber que o seu futuro smartphone/tablet tem um GPU com 72 cores capaz de correr a 2Ghz e um fill rate de 20Gigapixels/segundo - mas, para a maioria da população, o mais provável será que a decisão de qual o seu novo equipamento seja baseado em algo como "olha para este que é tão bonito com estes botões em vermelho fluorescente!"

2012/12/26

O Futuro Imaginado há 100 Anos Atrás


Ainda me recordo de nos meus tempos de criança imaginar como seria o mundo algumas décadas no futuro, na mítica - e na altura ainda distante - passagem de século no ano 2000. Embora já não possa dizer com precisão quais eram as minhas previsões (eu já me dava por feliz ao imaginar que um dia seria possível ter um "Atlas" interactivo que permitisse ver qualquer ponto na terra com zoom em detalhes... algo que agora já ninguém dá valor, com coisas como Google Earth e tal; e pela possibilidade de um dia poder ter um aparelho no bolso que desse para falar com os amigos, e saber por onde eles andavam - também já concretizado), não deixa de ser interessante recuar um pouco mais no tempo e espreitar como, há 100 anos atrás, se imaginava como o mundo iria ser hoje no The Ladies' Home Jounal:

Já na altura se imaginavam coisas como o abandono de algumas letras mudas - será preciso relembrar o nosso (des)acordo ortigráfico? - e, erradamente, que o inglês seria a lingua mais falada no planeta, seguida do russo (o inglês está em 3º atrás do mandarim e espanhol; e o russo em 8º atrás até do português, que é 6º).

Imaginavam-se também casas sem chaminés, pois o ar quente e frio seria fornecido através de canalização. Bem, as chaminés permanecem, mas temos o aquecimento central e ar-condicionado. E nas refeições, previa-se que seriam todas "prontas a comer", fornecidas directamente para as casas, via tubos pneumáticos (que também serviriam para entregar outras compras) ou entregues através de automóveis - vender comidas "expostas ao ar" seria considerado ilegal. Previa-se igualmente o fim das moscas e mosquitos, e que os animais selvagens apenas existiriam em reservas - também extintos estariam os ratos.


Nas cidades, o trânsito seria feito por túneis ou em carris elevados. Sonhava-se com comboios a viajar a mais de 240km/h; veículos aéreos; e que os automóveis se tornariam mais populares e baratos que os cavalos, e que se iriam ter carros de polícia, ambulâncias, carros para limpar as estradas, etc. Mas, imaginava-se já que as cidades iriam ter ginásios para promover a boa forma física: quem não fosse capaz de caminhar 15km seria considerar 2fraco".



A nível energético, embora referissem que as reservas de carvão durariam até ao ano 2100, previa-se o aproveitamento dos recursos hídricos para gerar energia. E, sonhava-se também com a possibilidade de enviar fotografias, a cores, por telefone. Telefones esses que se espalhariam pelo mundo e até viriam a ter versões... sem fios!

Mas, também teriamos sistemas que permitiriam ver imagens de qualquer parte do mundo, câmaras que permitiram às consultar um médico a centenas de quilometros de distância. As óperas seriam transmitidas via telefone para casa das pessoas. A educação seria gratuita, com transporte, refeições, e até viagens a outros países nas férias para os alunos mais pobres.

Os produtos alimentares passariam a ser cultivados independentemente das estações do ano, com o aquecimento e luminosidade a ser controlado artificialmente; e até a modificação das plantas e flores, criando rosas negras, azuis e verdes.


Algumas estão no ponto, outras estão aproximadas, e outras agora parecerão completamente ridículas. Como poderia alguém naquela altura imaginar que hoje em dia seria possível ter um pequeno aparelho no bolso com acesso imediato a praticamente qualquer informação, música, vídeo, existente à face da terra? Será que isso faria sentido para alguém há 100 anos atrás?

E de igual forma, quantas das nossas previsões futuristas feitas hoje para daqui a 100 anos estarão igualmente "completamente ao lado" do que o futuro nos reserva?

2012/09/13

A Tecnologia Invisível


Foi mesmo apropriado... ainda no outro dia tinha referido que a tecnologia tenderá para se tornar "invisível", e eis que fui dar com este relato das previsões e intenções da intel pra o futuro, e que aponta precisamente para que isso possa vir a acontecer já no final desta década.

A miniaturização tecnológica é algo que todos podemos ver (e também sentir na pele). Basta relembrar os velhos computadores que existiam na nossa infância, caixotes com volumosos CRT, e que agora podem ser substituidos por smartphones que cabem no bolso, ou tablets pouco mais espessos que um caderno. Mas, é mais que certo que as coisas não ficarão por aqui, e continuarão a tornar-se cada vez mais pequenas (por algum motivo a Intel está a promover os seus NUC).

A nível dos chips que dão a inteligência à maioria dos equipamentos electrónicos, dos dispendiosos CPUs que ocupavam áreas gigantes de silício, passamos a chips com reduzidos milímetros quadrados e de potência substancialmente superior. E nesta indústria, o custo dos mesmos prende-se quase exclusivamente com a área ocupada... pelo que, chips mais pequenos, custos mais reduzidos, maior volume produzido, preços mais baratos.



Ainda me lembro do tempo em que muitos equipamentos exibiam orgulhosamente "controlado por um microprocessador"... como se isso fosse uma grande coisa (e era, na altura - tal como agora ainda consideramos "especial" ter um computador com acesso à internet integrado no frigorífico).

Com estes chips a custo "zero", feitos em escala microscópica, no final da década torna-se-á quase "irrelevante" colocar um computador no que quer que seja... Em sapatilhas, nas mesas, nos óculos, e até em produtos que eventualmente são de "usar e deitar fora". Será o equivalente às canetas e aos lápis, e a todo o tipo de coisas que se tornaram tão "banais" que nem se pensa duas vezes se tivermos que as deitar fora. (Bastaria recuar umas dezenas ou centenas de anos, para que uma simples folha de papel e uma caneta fossem considerados bem preciosos!)

Lembro-me de ter lido em tempos que uma coisa só estaria totalmente integrada na sociedade quando esta fosse capaz de a atirar para o lixo sem pensar duas vezes. Não sei se chegaremos ao tempo em que até um tablet possa ser descartado como uma folha de papel usado... mas... que daqui por mais 10 anos as coisas poderão ser muito diferentes, isso... está garantido.

2012/07/28

Um Mundo Virtual nas Lentes de Contacto


Enquanto vamos esperando que os primeiros produtos comerciais, prenunciados pelos óculos que o Google está a desenvolver com o Project Glass, cheguem ao mercado (e a preços acessíveis) - há quem já se divirta a fazer um pouco de futurologia sobre o que este tipo de tecnologia eventualmente poderá vir a permitir.

O seguinte vídeo mostra um futuro onde um mundo virtual está constantemente à frente dos nossos olhos, graças a lentes de contacto digitais... e que, para além de todas as vantagens, poderá igualmente vir acompanhado de coisas que... bem, o melhor é mesmo verem:



[via gizmodo]

2011/11/02

O Futuro da Produtividade segundo a Microsoft


Embora alguns não concordem com este tipo de vídeos futuristas, continuo a achar que é preciso "sonhar" um pouco (ou até muito), como forma de dar uma direcção às coisas que pretendemos ter no futuro. E é isso mesmo que a Microsoft faz com este vídeo que nos dá a conhecer um futuro onde a ficção se mistura com a realidade.

Esperemos apenas que não seja um futuro onde o DRM impossibilite o acesso a tudo o que se deseje, e onde cada inovação fique automaticamente armadilhada sob um manto de processos de patentes...



[via Global Nerdy]

2011/08/05

Notícias do Dia

A semana sonora termina em grande com a análise a uns Headphones Philips sem fio (relembro que continuam a poder habilitar-se a ganhar uns headsets da Logitech); já vos falei de uns microcomputadores de pulso, de como captar electricidade "do ar", e da origem dos nomes de alguns gigantes da indústria, num dia em que o Gmail passa a oferecer a pré-visualização dos emails.

Mas já de seguida temos, "correntes" que nos prendem ao passado, fraudes no Square do iPhone, a pseudo-segurança dos antivirus, e muito mais: