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2023/12/17

Plataforma estabilizada facilita transferência de pessoas no mar

Transferir pessoas entre embarcações e/ou plataformas no mar é sempre um processo arriscado, mas que é facilitado pelas plataformas estabilizadas da Ampelmann.


2022/02/16

Tecnologia sem suporte deixa invisuais em risco de deixarem de ver

A longevidade da tecnologia e do seu suporte ganha uma nova dimensão quando se trata de dispositivos médicos que transformam a vida das pessoas: como os olhos electrónicos.


2020/09/04

Testes de gravidez digitais usam tira tradicional no interior


Como infeliz demonstração do ponto a que as coisas chegaram, temos o caso de alguém que decidiu abrir um teste de gravidez digital para ver o que tinha no interior, e o resultado é um misto de alta-tecnologia e incredulidade.


2019/01/01

As tendências tecnológicas para 2019


Depois de em 2018 se ter assistido à perseguição e popularização dos ecrãs sem margens, para 2019 a tecnologia continuará a ter muitas outras coisas novas para nos "entreter", contando com coisas como os ecrãs dobráveis, os veículos autónomos, e o inevitável 5G.


2018/08/06

General Magic - a empresa que inventou o "iPhone" que o tempo esqueceu


É bem provável que a maioria das pessoas nunca tenha ouvido falar da General Magic ou do "Pocket Crystal", mas esta é mais uma das muitas empresas que teve o azar de querer revolucionar o futuro antes das condições o permitirem.


2016/11/09

A ilusão do Live Tracking da Chronopost

Há algum tempo que a Chronopost anunciou, com pompa e circunstância, uma funcionalidade inovadora que promete informar os clientes do momento exacto da entrega de encomendas e permitir ver em tempo-real a localização da encomenda até chegar ao destino. Pude finalmente dar-lhe uso... e a experiência não se recomenda.


2016/08/15

Cursos de programação intensiva ou cursos tradicionais - o que garante emprego?


Muitas vezes referimos que a tecnologia vai avançando a velocidade bem superior à de todos os restantes sectores da sociedade; o que nem sempre nos lembramos é que também a educação tem tido dificuldade em a acompanhar.


2016/06/02

Estudo da Samsung revela que portugueses são fãs da tecnologia mas 70% fingem conhecer termos tecnológicos


Streaming, cloud, firmware, wearables, internet of things - a área tecnológica está repleta de palavras usadas com fartura, e um estudo da Samsung revela que há ainda um grande número de pessoas para quem estas palavras são "chinês", mas que fingem conhecer o que são.


2015/02/08

O futuro previsto por Arthur C. Clarke em 1976


O futuro pode ser uma coisa maravilha e também assustadora, e nada inspira mais a nossa imaginação do que tentar prever como será o mundo daqui por umas dezenas de anos. Da mesma forma, é interessante espreitar as previsões feitas no passado, para sabermos o que se concretizou... ou não.


2015/01/19

Os 7 gadgets e tecnologias mais aguardados para 2015


Com a maioria das pessoas já ambientada a preencher 2015 em vez de 2014 no campo da data, é tempo de olharmos para o que este novo ano nos irá trazer em termos de produtos tecnológicos. Para tal, nada como uma lista que nos mostra algumas das coisas que irão receber atenção redobrada ao longo deste ano.


2014/08/31

A tecnologia feita para durar


Penso que hoje em dia a maioria das pessoas já se mentalizou que a evolução tecnológica tem tal ritmo, que (quase) tudo fica obsoleto numa questão de poucos anos. Mas haverá certamente quem ainda se recorde com nostalgia de coisas que em tempo eram compradas com a ideia de que iriam ser uma enorme mais valia para os filhos e netos.


2014/08/30

A recuperação das fotos lunares


Se já passaram pela situação de alguém vos levar uma cassete VHS para vos mostrar algo e não terem um vídeo onde a reproduzir (ou até uma simples cassete áudio), então irão saber o que sentiram estes veteranos que se recusaram a ver um arquivo de velhas bobines de fita contendo registos de missões lunares ser atirado para o lixo depois de terem passado décadas num arquivo.


2014/06/21

Fire Phone da Amazon mostra distanciamento entre sites de tecnologia e mundo real?


A Amazon já apresentou o seu smartphone Fire, e não demorou muito para que a maioria dos sites de tecnologia começasse a apelidá-lo de fracasso e que será um flop. Eu não adivinho o futuro para garantir que o Fire vai ser um sucesso ou não, mas esta reacção fez-me pensar se muitos dos sites de tecnologia não viverão num "mundo à parte" cada vez mais distante do mundo real?


2014/03/31

Chris Dancy - o verdadeiro Cyborg humano


A maioria das pessoas ainda se está a habituar a usar equipamentos de tracking das suas actividades, mas para Chris Dancy isso é algo que já não chega. Chris está permanentemente ligado a centenas de sensores, que fazem dele o homem mais "monitorizado" do planeta.


2014/03/17

GitHub envolto em polémica sobre discriminação sexual


A relação entre as mulheres e o mundo tecnológico predominantemente masculino nem sempre corre da melhor forma, e agora temos mais um caso que vem relembrar esses problemas, com a saída de Julie Ann Horvath do GitHub que vem partilhar a sua história sobre a discriminação sexual a que foi sujeita e outros comportamentos abusivos por parte de empregadores e colegas de trabalho.


2013/01/14

O fim dos "Gigahertz" e "Gigabytes"


Se há coisa que todos já devem ter reparado, é que a tecnologia tem avançado a um ritmo alucinante. A maioria das pessoas já terá a perfeita noção de que quando compra um smartphone ou tablet (ou outros), o mais certo é que em poucas semanas ou meses sairá um novo modelo, melhor e mais veloz...

Mas, tal como já sucedeu noutros equipamentos, aproximamo-nos de um ponto em que a tecnologia se torna suficientemente capaz para que se torne irrelevante falar dos CPUs e GPUs e RAM e coisas que tais. Se já nos acompanham há algum tempo saberão que eu sou pouco apologista de usar esses números para avaliar um produto: sendo que o mais me interessa é saber se o resultado final é satisfatório para um cliente final ou não. Não me aflige saber que lá dentro temos um modesto CPU a 500Mhz, se ele se comportar bem - nem tão pouco saber que tem um quad-core a 2Ghz, mas depois "engasgar-se" no browser, por exemplo.

Mas, como este artigo refere (e por cá já o dissemos várias vezes)... também noutros tempos a compra de um automóvel obrigava a um conhecimento técnico sobre todos os seus componentes mecânicos, e actualmente chegamos a um ponto onde é mais provável alguém escolher o seu futuro automóvel em função do sistema de navegação ser compatível com o seu smartphone do que saber se o motor tem 3 ou 4 cilindros, 8 ou 16 válulas - assim como o muito importante aspecto de "é deste que gosto".

Em breve será mais que certo que a compra de um smartphone ou tablet será uma coisa feita principalmente "por gostarmos dele", e não nos interessando particularmente se lá dentro está um CPU dual-core ou quad-core. Sim, continuará a haver sempre quem se interessa por saber que o seu futuro smartphone/tablet tem um GPU com 72 cores capaz de correr a 2Ghz e um fill rate de 20Gigapixels/segundo - mas, para a maioria da população, o mais provável será que a decisão de qual o seu novo equipamento seja baseado em algo como "olha para este que é tão bonito com estes botões em vermelho fluorescente!"

2012/11/20

Implante usa Canal Auditivo como Bateria


Já temos ouvido falar de muitos projectos que pretendem criar aparelhos capazes de funcionar com energia extraida do "ar" (desde ondas de rádio, a vibrações, a diferenças de temperatura)... mas agora uma equipa de cirurgiões, neurocientistas e engenheiros electrónicos conseguir criar um implante que é alimentado pela electricidade que o próprio corpo gera a partir da vibração da membrana auditiva.

Um projecto que vem no seguimento de implantes de retina alimentados por luz infra-vermelha, e de um implante cardíaco alimentado por ondas de rádio - mas desta vez (quase) dispensa todo o tipo de alimentação externa.

O canal auditivo é uma autêntica "bateria eléctrica" que é capaz de transfromar a energia mecânica da vibração em sinais eléctricos que viajam até ao cérebro, e o que esta equipa fez foi captar parte dessa energia (por forma a não afectar negativamente o processo de audição normal) para alimentar o implante electrónico.


Uma vez que a energia captada é bastante reduzida, o sistema ainda precisa de um impulso inicial de energia externa (via ondas de rádio), a partir do qual é capaz de passar a operar usando apenas a electricidade gerada pelo corpo. Ainda há muito por desenvolver para fazer evoluir este método mas... é mais um passo na direcção de sistemas que poderão ajudar a superar deficiências físicas, e que dispensarão por completo a dependência em fontes de energia externas.

Será que um dia teremos equipamentos de tamanho tão reduzido e com tão baixos consumos, que poderemos ter um "smartphone" implantado no canal auditivo, e que funcionará apenas à custa da electricidade que lá é gerada? Imagino que sim... é só uma questão de esperar mais umas décadas (ou séculos. ;)

2012/09/19

Software "Avariado" e Ninguém se Incomoda


Fui dar com um post revelador que mostra o quanto as pessoas facilmente se acomodam às coisas "que existem", e por vezes parecem ficar cegas quanto à diferença entre como as coisas são e como deveriam ser. Neste caso, trata-se de uma reclamação (justíssima) relativamente a todas as encrencas do software que aturamos sem grandes queixumes, e que consideramos "normais" - e que de algum modo me remete para o meu post de 2007 em que já me queixava que anda tudo mal habituado!


Embora ninguém fique indiferente a um crash do sistema ou de um program que leve consigo todo o trabalho que estiveram a fazer na última hora, muitos outros tipos de coisa estão agora de tal forma "gravados" nos nossos cérebros que já nem achamos anormal. Um serviço fica a mastigar o disco demasiado tempo? Não faz mal, um reboot resolve. O browser começa a ocupar gigabytes de memória? Não faz mal, reinicia-se o programa...

Há mil e uma pequenas (e não tão pequenas) coisas com que diariamente lidamos nos nossos computadores e smartphones, e que simplesmente já desprezamos como sendo "normal". Mas a verdade é que não deveriamos considerar isso normal.

... Em certo aspecto é um pouco como ter uma sociedade cívica activa... ou passiva. O que fazem quando vêem alguém atirar lixo para o chão? Provavelmente nada. E os poucos corajosos que chamam a atenção para o facto arriscam-se a ouvir uma mixórdia de insultos, como se fossem eles os culpados de alguma coisa.

Mas, voltando ao software... por muito que se tenha que aceitar que errar é humano, e que os bugs são quase inevitáveis, é mais que tempo de começar a ter maior exigência sobre o que consumimos e usamos. E muitas vezes isso passa simplesmente por não deixar passar "em silêncio" tudo aquilo que achamos estar errado. "Chateiem" os developers, queixem-se nos foruns dos criadores dos softwares visados, ou nos grupos de discussão dos utilizadores desses mesmos programas. Na maior parte dos casos, será bom acreditar que também os developers têm todo o interesse em resolver todos os problemas nos seus produtos... e se não for esse o caso, bem, talvez seja melhor procurar por outras alternativas.

E se for o caso de programadores que mal comecem a "brincar" com código começam a disponibilizar programas, e depois cometendo erros básicos, daqueles que fazem a autonomia de um aparelho passar para metade gastando 100% de CPU desnecessariamente, ou ocupando toda e qualquer memória sem depois a libertar adequadamente (e que depois entram em ciclos quase diários de actualizações com "bug fixes" e "memory leak fixes")... então talvez seja melhor pararem, pensarem, aprenderem um pouco mais, e só depois se aventurarem com o mínimo de confiança na qualidade do seu software.

2012/09/13

A Tecnologia Invisível


Foi mesmo apropriado... ainda no outro dia tinha referido que a tecnologia tenderá para se tornar "invisível", e eis que fui dar com este relato das previsões e intenções da intel pra o futuro, e que aponta precisamente para que isso possa vir a acontecer já no final desta década.

A miniaturização tecnológica é algo que todos podemos ver (e também sentir na pele). Basta relembrar os velhos computadores que existiam na nossa infância, caixotes com volumosos CRT, e que agora podem ser substituidos por smartphones que cabem no bolso, ou tablets pouco mais espessos que um caderno. Mas, é mais que certo que as coisas não ficarão por aqui, e continuarão a tornar-se cada vez mais pequenas (por algum motivo a Intel está a promover os seus NUC).

A nível dos chips que dão a inteligência à maioria dos equipamentos electrónicos, dos dispendiosos CPUs que ocupavam áreas gigantes de silício, passamos a chips com reduzidos milímetros quadrados e de potência substancialmente superior. E nesta indústria, o custo dos mesmos prende-se quase exclusivamente com a área ocupada... pelo que, chips mais pequenos, custos mais reduzidos, maior volume produzido, preços mais baratos.



Ainda me lembro do tempo em que muitos equipamentos exibiam orgulhosamente "controlado por um microprocessador"... como se isso fosse uma grande coisa (e era, na altura - tal como agora ainda consideramos "especial" ter um computador com acesso à internet integrado no frigorífico).

Com estes chips a custo "zero", feitos em escala microscópica, no final da década torna-se-á quase "irrelevante" colocar um computador no que quer que seja... Em sapatilhas, nas mesas, nos óculos, e até em produtos que eventualmente são de "usar e deitar fora". Será o equivalente às canetas e aos lápis, e a todo o tipo de coisas que se tornaram tão "banais" que nem se pensa duas vezes se tivermos que as deitar fora. (Bastaria recuar umas dezenas ou centenas de anos, para que uma simples folha de papel e uma caneta fossem considerados bem preciosos!)

Lembro-me de ter lido em tempos que uma coisa só estaria totalmente integrada na sociedade quando esta fosse capaz de a atirar para o lixo sem pensar duas vezes. Não sei se chegaremos ao tempo em que até um tablet possa ser descartado como uma folha de papel usado... mas... que daqui por mais 10 anos as coisas poderão ser muito diferentes, isso... está garantido.