2019/01/21

Notícias do dia

Os artigo 11 e 13 voltam à estaca zero após votação na UE; falha no firmware de chip WiFi deixa PS4, Xbox One e milhões de outros equipamentos em risco; o Google Maps ganha radares e limites de velocidade "à Waze" - mas só nalguns países; vimos como montar um PC numa gaveta; Google antecipa como serão resultados das pesquisas com o Artigo 11; espectaculares imagens da Terra vista da Estação Espacial Internacional; o Google Arts & Culture já conta com mais de 3 mil obras portuguesas; câmara para automóvel Xiaomi 70mai a €33; o Huawei Mate 20 Pro iguala P20 Pro no DxOMark; e a Microsoft recomenda utilização de iPhones ou Androids em vez de Windows Phones.

Antes de passarmos às notícias do dia, relembro que está a decorrer um passatempo que te pode valer uma coluna Bluetooth da Xiaomi; e ainda uma nova oportunidade de ganhares livros RGPD da FCA.

Facebook lança petições comunitárias



O Facebook prepara-se para usar mais uma arma secreta na sua longa guerra para manter os utilizadores "entretidos" nas suas páginas. Se há coisa que na internet pode competir com as fotos e vídeos engraçados de gatos, são as petições; e o Facebook acaba de lançar nos EUA as Community Actions, um sistema de petições que permitirá aos utilizadores organizarem-se e votarem em torno de objectivos comuns.

A ideia é que seja uma ferramenta com a qual os cidadãos possam fazer pressão sobre os municípios e governos para rectificarem coisas que estejam mal (das mais banais às mais importantes); mas olhando-se um pouco mais para a frente... quase me arriscaria a dizer que poderá ser visto como um balão de ensaio para um futuro onde até as eleições possam ser votadas através do Facebook (uma coisa é certo, provavelmente haveria muito menos abstenção).


Investigadores da Universidade de Aveiro criam "roupa electrónica" luminosa




Na Universidade de Aveiro (UA) uma equipa de investigadores ajudou a desenvolver uma técnica pioneira que permite integrar fibras electrónicas em tecidos têxteis, o que possibilita a criação de roupa sensível e até com "pixeis" luminosos.

Ao contrário de outros sistemas, onde este tipo de funcionalidade é conseguido à custa de elementos adesivos colocados na roupa - com todas as desvantagens em termos de longevidade que isso traz - neste caso temos uma solução onde isto passa a fazer parte do próprio tecido. Resta agora saber que tal se comportará em termos de resistência aos abusos do dia a dia... mas, é mais um pequeno passo que nos leva no sentido de ter roupa que possa actuar como interface e ecrã para interacção com sistemas electrónicos (ou tão somente, que permita circular à noite em maior segurança, iluminando-se para se ser visível. :)


Aumento da Netflix nos EUA poderá não chegar à Europa



Há dias referimos o novo aumento da Netflix nos EUA, que representa um aumento de mais de 30% no espaço de seis meses, mas a Netflix fez um comunicado de que o mesmo não significa que os preços irão aumentar automaticamente nos restantes mercados em que opera.

Diz a Netflix refere que estes aumentos de preço são efectuados "caso a caso" e que o aumento nos EUA não significa que será aplicado automaticamente noutros países, nem de forma global nem de forma local. Bem, como se costuma dizer, "falar é fácil", veremos o que a realidade nos traz nos próximos meses, para comprovar se realmente assim será.


Hotel com robots no Japão deu ainda mais trabalho aos humanos



Numa altura em que se vai discutindo o futuro dos empregos em risco devido aos robots, temos o caso de um hotel no Japão que demonstra que o futuro não é tão apocalíptico como se imagina: tendo já resultado no "despedimento" de vários robots, e na necessidade de mão de obra extra para garantir o funcionamento dos que ficaram.

O Han na queria ser o primeiro hotel inteiramente robotizado do mundo, sem funcionários humanos; mas nem sempre se tem o que se quer. Os problemas com os sistemas robóticos são muitos, não conseguindo lidar com diversas situações do dia a dia, e que obrigam ao socorro constante por parte de funcionários humanos, que acabam por ter que fazer não só o seu trabalho habitual, como ainda têm que resolver as confusões adicionais geradas pelos robots.

... A servir de exemplo, em vez de porem em risco os postos de trabalho de humanos, vamos precisar é de ainda mais humanos para garantir que os robots funcionam como seria suposto. ;)


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